domingo, 19 de abril de 2009

Escolhas

Noooossa, enfim um feriado, tempo pra descansar, dar um tempo, ou fazer mais coisas interessantes do que normalmente.
Feriado, para mim, era sinônimo de descanso, até eu me dar conte de que eu acabo querendo fazer tanta coisa nesse espaço de tempo livre raramente existente, que eu acabo fazendo mais coisas do que deveria para ter aquele tão almejado descanso.
Hoje eu simplesmente me conformo com o fato de que mesmo eu cancelando tudo para ter descanso, não é esse o objetivo...Parece que quanto mais eu fujo de compromissos tantando delimitá-los ao máximo, mais deles aparecem...o problema é escolher qual é mais importante, escolher entre a responsabilidade e o lazer, escolher entre algo "necessário", que eu fiz necessário, e algo sem necessidade, mas prazeroso.... O problema é que o algo prazeroso também é necessário, mas não é possível fazer tudo por completo, com 100% da capacidade. O dom de fazer a escolha certa devia ser um dom de todos, mas não é. Fazer a escolha certa delimita nossas ações, mantendo-nos presos à uma idéia de responsabilidade vaga, que nos mantêm sempre alertas, confusos nas encruzilhadas em que nos metemos, tentando nos apontar a direção.
Escolher é viver

quarta-feira, 15 de abril de 2009

O estudo de um dia antes

So, here I am again....
Supostamente, era pra eu estar estudando química, mas aí surgiu um pensamento em minha cabeça: Por que estudamos????
Uma prova deveria ser uma avaliação de aprendizagem, ou seja, se eu aprendi realmente alguma coisa com a aula eu, consequentemente, irei bem. Porém, se eu não aprendi nada com a aula, eu, consequentemente, irei mal. O único problema de não ter aprendido nada com a aula (se for essa a situação) é que existe uma pequena coisa chamada reprovação, que é a repetição de um ano inteiro pelo fato de não ter aprendido nada ou o que dizem ser o "mínimo necessário".
A reprovação, ou melhor, o "não querer reprovar" é o grande estímulo que leva os alunos a estudarem um dia antes da prova. O estudo de um dia antes da prova faz com que o aluno decore tudo que é necessário para não reprovar, o que não é aprender.
É esmagadora a quantidade de alunos que passa estudando um dia antes, ou seja, a grande maioria de alunos passa de ano sem ter aprendido praticamente nada. Fica na memória apenas as coisas que cada um considera útil para sua vida cotidiana, ou que tenha alguma relação com a profissão que deseja seguir.
Os professores criticam o estudo de um dia antes da prova justamente por esse motivo, alegando que todos têm que estudar diariamente para aprender tudo o que é passado de matéria, inclusive as baboseiras inúteis que nunca mais veremos depois de prestar o vestibular. Então, enquanto eu ainda não presto o vestibular, vou decorando todas as baboseiras inúteis que servirão de meio selecionador entre eu e os outros milhões de candidatos que resolvem fazer uma faculdade.

Confiança

Confiança... algo que se conquista, que impõe responsabilidade e zelo. É
algo que os sentimentos dominam, não há um método que a crie, mas para
destruí-la qualquer um funciona. Quando ela não existe, parece que nada
o prende, que não há nada a perder, que toda e qualquer mentira é
absolutamente perdoável, mas quando ela existe, o medo de perde-la muitas vezes
é maior do que qualquer sentimento momentâneo em que possa se abrigar a mentira.

"Tem gente enganando a gente

Veja nossa vida como está

Mas eu sei que um dia a gente aprende

Se você quiser alguém em quem confiar

Confie em si mesmo"

sábado, 11 de abril de 2009

Once upon a time

Once upon a time, a whole world without walls. This world was like we felt like, was like we always dreamed about. It was a place that we could think about as a refuge of minds, a place that we were free to think whatever we wanted.
In that world, nobody had told us how to act, think or be, we are just...FREE. That freedom we never had seen again, because it was complete, it was freedom in all the possible meanings of the world. Nowadays, before the law, all human being are free, but we still with our minds stuck in a concept of right or wrong that someone that we even know created. So how can we say that we are free if inside of us we have locks? It's about time we think by ourself and learn that we can't be what people want, we just can be what we really are.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Sexta-feira Santa

Hoje,como todo mundo sabe, é sexta-feira santa, dia de relembrar o sacrifício de Jesus por seus fiéis. Hoje vimos pessoas colhendo macela de madruga, fazendo passeatas, caminhando quilômetros de pés descalços, levando cruzes de 50 quilos, se autoflagelando enquanto caminham quilômetros de pés descalços e sendo crucificadas.
Durante esse dia eu costumo pensar: "Ainda bem que depois vem
a páscoa!"

Banksy---> o poeta das ruas de Londres




Ainda não muito conhecido no Brasil, Banksy pinta as ruas de Londres. O "grafiteiro", se é que pode ser chamado assim, desenha nos muros da cidade o que há de mais crítico na sociedade. Todos os desenhos desse artista tem um fundamento, uma mensagem subliminar, hora sutil, hora não.
Banksy tornou-se até mesmo uma lenda urbana, o misterioso cidadão que faz críticas por meio de desenhos sempre assinados por Banksy. Curioso, não? Alguém que pensa e espressa sua opinião se esconde através de uma falsa identidade, enquanto pessoas corruptas e sem senso crítico assumem o controle do mundo atual.
As obras de Banksy mostram contraste e até humor, mas são amplas no sentido de que podem ser interpretadas de diferentes maneiras, cabe a cada um olhar e perceber na sutileza dos detalhes a realidade gritante... Dê uma olhadinha: http://www.banksy.co.uk/menu.html

quinta-feira, 9 de abril de 2009

A locadora

Em muitos feirados, muitos finais de semana, muitos dias em que não há o que fazer, as pessoas costumam pegar um filminho na locadora, ou ir no cinema. Hoje de tarde, fui na locadora pegar um filme e me deparei com a seguinte questão: "o que esperamos de um filme?"
Em algumas situações esperamos rir, outras chorar, sentir medo, sentir paz, sentir o que nos falta no momento ou o que temos de sobra. Podemos sentir o que quisermos ao assisti-lo, mas o que é fundamental é que ele nos faça refletir.
O bom filme não é aquele em que mostra a sua real intenção para com o povo de maneira escrachada, mas aquele que nos mostra no seu íntimo a que veio. O bom filme é aquele em que podemos utilizar nas nossas quetões cotidianas.
Não perca mais tempo, loque um filme. A minha dica para rir, que nunca é demais, é "Mamma Mia"