domingo, 31 de outubro de 2010

NOVIDADE, NOVIDADE!

Olá, metamorfoses ambulantes! Andei um tanto afastada do blog porque estava lidando com outros projetos, entre eles, o vlog. Sim, criei um vlog! Bem, ele está no início, tem apenas 2 vídeos e é em conjunto com um amigo. A idéia é diferente da do blog, o público alvo também é, de certa forma, diferente, mas se vocês se interessarem este é o canal.
Entretanto, apesar de estar afastada, estou com um projeto diferente em mente para o blog. A ideia consiste em fazer uma série de textos sobre um assunto que tem chamado bastante a minha atenção: Comportamento Padronizado. 
A idéia de fazer uma série de posts advém da necessidade de abordar o assunto de uma maneira mais aprofundada sem que ele se torne massante. Logo, os textos serão independentes. Sim, tartarugas ninjas, vocês podem ler somente os que quiserem sem perda de conteúdo, porém, terão um entendimento maior se acompanharem todos. E por que comportamento padronizado? Well, well...a ideia surgiu das minhas divagações e observações cotidianas. Vocês já repararam como a sociedade atual tende a ter as mesmas reações, a ter os mesmos desejos e a pensar da mesma maneira? Andei pensando e lendo muito sobre isso.
Há alguns dias comprei uma revista chamada "Memória da Psicanálise" e me deparei com um texto de título "Na contramão da cultura de mosaico". O artigo trata da análise de uma nova ideologia do pensamento global como um acúmulo de informações sem nexo, que são apenas "atiradas" em nossa mente, constituindo um mosaico.
Bom, para não estragar os futuros post adiantando alguma coisa eu vou citar algumas frases do texto da revista que explicam um pouco o meu pensamento:
"O fundador do Instituto de Psicologia Social da Comunicação da Universidade e Estrasburgo, o engenheiro francês e doutor em física e filosofia Abraham Moles (1920-1922), no esforço de pensar a cultura de massa, mostra que estamos sendo levados a ter as mesmas reações. Tendemos, então, na visão de Moles, a uma cultura de mosaico, composta por pequenos pedaços colocados juntos sem nenhuma relação entre eles, registrados na mente do público pelos meios de comunicação de massa. Uma cultura que pode até ser muito ampla, mas se baseia na ausência ou recusa de um esforço para entender o que nos é apresentado como informação. Esse problema está diretamente relacionado com a transmissão, assimilação, e continuidade da produção do conhecimento e traz à tona a necessidade de que as coisas sejam mostradas em suas articulações para que possam ser entendidas."
Então é isso, leitores queridos! A partir de agora o blog terá um novo marcador: Comportamento Padronizado. Acompanhem, opinem, pensem à respeito e melhor, pensem por si próprios!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O inconveniente

"Sim, sou eu, senhor, o inconveniente. Sei que o envergonho, sei que envergonho seu País, sei que sou a razão de muito mal. Porque sou uma massa de manobra? Por que tenho 10 filhos sem poder sustentar? Por que vendo o meu voto? Por que não tenho cultura, não leio, não vou estudar? Sei que meu Bolsa família, Bolsa escola, Bolsa tudo vêm do seu imposto e o senhor não anda nada contente com isso. Sei que meus filhos marginalizados causarão muita dor de cabeça ao senhor, preocupado com a segurança de seus filhos que, hora ou outra, têm que passar perto da favela onde moro, com medo de que seus Ipods e tênis caros sejam roubados, eu sei. Desculpe-me pelos transtornos, por não eleger quem trará maior lucratividade à sua empresa, por arrastar os índices de desenvolvimento do País para a lama, por fazer com que o senhor prefira morar na europa à companhia de pessoas mais civilizadas, por ter minha entrada em uma faculdade facilitada pelas cotas. Perdão, sei que sou o inconveniente."

O inconveniente não tem nome, é o povo. Ele sofre de males que "o senhor" sequer imagina. O senhor o repele, o nega, o pune, o insulta e o julga, sem entender que ele é, em maior parte, fruto de um meio árduo. Para que o inconveniente sofra uma transformação, é necessário ajudá-lo em três pilares básicos para que ele tenha uma vida digna e próspera: Educação (escolas e acesso à cultura); Saúde (tratamento eficaz e otimizado) e Qualidade de Vida (poder de compra, transportes de qualidade, saneamento, etc). Assim, senhor, entenda que mudar a vida do inconveniente para melhor, é fazer o mesmo com a sua.

sábado, 23 de outubro de 2010

Sua cidade = sua casa

Olá! Bem, gente, esse post vai ser um pouquinho clichê, mas tive muita vontade de falar sobre isso: lixo nas ruas. É completamente indignante ver a quantidade de lixo que as pessoas jogam nas ruas. Não consigo compreender a mente de quem tem esse tipo de atitude. A questão não é só o colossal problema ambiental, mas a beleza da cidade em si. Não existe coisa mais feia e nojenta do que uma cidade emporcalhada de lixo. A situação toda piora quando chove. Parece que quando o tempo está assim, o lixo todo fica muito mais aparente. A questão disso tudo é: por que você suja a sua própria cidade? Não tem como entender uma coisa dessas! Você gosta quando a sua casa está uma completa sujeira? Não sentiria vergonha se viessa alguma visita e ela se encontrasse nesse estado? Pois bem, é assim que eu me sinto, com vergonha.
Bem, essa era a idéia, folks. Se você é uma dessas pessoas que tem o hábito de emporcalhar a cidade, pense bem. Ela é tão sua quanto de qualquer outro habitante, você está prejudicando a si mesmo quando age de tal forma. Beijoquita, me voy!

A mesma viagem de formatura de sempre

Hello, seres pensantes! Primeiramente, gostaria de agradecer a todos que têm lido e, principalmente, comentado! Valeeeeu meixxxmo xentibiniiiita. Ta, parei de ser imbecil, mas falando sério, é muito legal mesmo saber que tem gente acompanhando, gostando e comentando aqui. Muito obrigada! It means a lot to me :)
Okay, o assunto de hoje...hmm...o assunto de hoje vai fazer muita gente querer me bater. Eu devo ser meio masoquista, sempre falo sobre coisas que farão as pessoas quererem me bater, mas enfim...Viagem de formatura para Porto Seguro: Por quê? Eu realmente não entendo o porquê dessa viagem ser a frenesi de todos os estudantes do terceiro ano de quase todos colégios de Porto Alegre. Tudo bem que é a tão esperada formatura, a vida de todos os estudantes muda muito depois dela, as pessoas que antes se viam todo o dia poderão nunca mais ter tal contato. Entretanto, a viagem em si é um total desperdício de dinheiro. Todo mundo sabe que os estudantes só vão para PS por causa das festas e dos quartos de hotel (hmmmm). Sim, caro leitor, ninguém volta bronzeado de lá, ninguém vai à praia, ninguém conhece nada da cidade. O objetivo da viagem é claro: sexo, bebida e maconha. Não estou escrevendo, no momento, para criticar essa atitude, não, hoje não, mas a questão é: você precisa viajar milhares de quilômetros DE ÔNIBUS e pagar 3.000 reais por isso? Nada contra destruir todos os neurônios em ano de vestibular, não, claro que não, é uma titude muito inteligente essa, mas para quê viajar se é possível fazer tudo isso sem sair da sua ciadade?WHY?! Pensem bem, raciocinem. Ficando na sua cidade, no caso, Porto Alegre, pode-se ficar tão bêbado , pode-se ficar tão chapado (tá, talvez não tanto) e também pode-se fazer tanto sexo quanto todo mundo lá faz, just get a room! Porém, ninguém pensa nisso e a cidade de Porto Seguro vira o caos, completamente lotada. A massa de pessoas concentradas naquela área deve fazer a sensação térmica aumentar uns 20°C (não, eu nunca exagero.rs.) quando o calor já é infernal.
Além disso, porque todo mundo PRECISA ir? Nossa, quando alguém diz que não quer ir, que não gosta, as pessoas fazem uma cara de espanto como se tivessem acabado de ouvir uma coisa completamente bizarra. Agem como se fosse a maior e melhor experiência que você poderia ter na vida. Essa padrão de comportamento, essa necessidade de fazer essa viagem torna-se quase uma imposição. Todo ano, milhares de jovens vão para a Bahia nas férias de julho. Isso é TODO ano, a MESMA cidade...Ninguém tem vontade de ir pra algum outro lugar? Todos têm que fazer a viagem que as gerações anteriores fizeram? As pessoas, simplesmente, seguem essa rotina anual, sem se preocuparem muito com o que a viagem tem para oferecer. Isso tudo faz com que as empresas que levam os jovens fiquem em uma posição extremamente cômoda. Afinal, todo mundo fechará o contrato mesmo, ninguém questiona o custo-benefício do pacote.
Outra coisa que me deixa extremamente intrigada é o porquê de serem justamente nas férias de julho as datas de saída. Você que vai para PS, me responda, por quê? "Ah, é para dar uma relaxada no meio do ano, sabe." muitos argumentam. Porém, relaxar não é o objetivo. Todas as pessoas que foram para lá voltaram três vezes mais cansados do que antes e, no surprise, vestibular logo mais. Não seria bem melhor fazer uma viagem como essa depois do vestibular? Imagine, depois que passasse toda a tensão, todo o nervosismo, toda a ansiedade, fazer uma viagem com os amigos para comemorar a aprovação ou esquecer um pouco o resultado (é, acontece) seria muito melhor.
Enfim, já falei demais, pra variar o post ficou longo, mas é isso aí pessoal. Beijocas everybody e digam o que vocês pensam sobe isso logo abaixo. Thanks!

domingo, 17 de outubro de 2010

Sanguessuga moribunda

Oi, gente legal que lê o que eu escrevo! Bem, esse post será uma história, uma história real. Comentarei após.

 Estavam eles, os alunos, sentados em seus banquinhos ao redor das grandes mesas retangulares do laboratório de biologia. Os sujos potes de vidro expostos em prateleiras empoeiradas continham criaturas e partes de criaturas devidamente conservadas. A aula era sobre anelídeos. O professor chamou a atenção da turma sobre a sanguessuga que havia em um dos potes de vidro.
"Trouxe-a já faz um tempo e ela ainda não se alimentou. Voluntários?"
Todos permanecem em silêncio, a não ser pelas piadinhas esparsas e risos sobre o assunto. O professor tenta novamente:
"Não acontece nada de mais, não transmite doença. Ela suga um pouco de sangue só, essa é pequenininha, gente."
Silêncio novamente, até que alguém se manifesta:
"Tudo bem, eu vou."
Um dos meninos toma a iniciativa, porém, o animal ronda seu dedo totalmente imerso no pote com água e nada faz.
"Não foi dessa vez." diz o professor, tristemente. "Mais alguém se candidata?"
A menina se candidatou, um tanto quanto forçada pelos colegas, mas foi. Entretanto, o pequeno anelídio não sugava nem uma gota de seu sangue, apesar de ter tentado fixar-se. O animal procurava um canto ideal, talvez uma pele bem fina para que a força que lhe restara fosse suficiente para perfurar-lhe a carne.
Nada funcionou. A sanguessuga permacia moribunda e, certamente, no breve caminho da morte.

Ela era um pouco menor que essa em comprimento e espessura.
Essa história é real. A menina sou eu e a sanguessuga não quis o meu dedo, me senti rejeitada e chorei por 3 dias. :( Ta, eu me senti rejeitada, mas não chorei não. O pobre animalzinho talvez não estivesse mais com forças para perfurar a minha pele. Ou talvez não. Não sei o que houve com ele, mas fiquei triste pela vida que não consegui salvar. Isso foi bem interessante, muito interessante...reflitam!

sábado, 16 de outubro de 2010

Sobre a velha opinião formada sobre...compromisso.

Perderei followers no twitter por isso, perhaps.

Olá, psiques reunidas em corpos! Meus últimos posts foram deprimentes e confusos porque eu estava deprimida e confusa, mas não estou mais assim, portanto, esse será diferente.
Já faz um bom tempo que eu reflito sobre os compromissos no sentido de relacionamentos amorosos entre as pessoas. Todos que eu conheço pensam que um relacionamento deve conter fidelidade, que isso é algo intrínseco ao compromisso assumido. Bem, não sei se é bem por aí. Na verdade, o meu pensamento sobre o fato é baseado em duas contradições muito grandes, que eu explicarei a seguir:
Contradição nº 1: Quando uma pessoa A ama uma pessoa B e o mesmo ocorre na ordem inversa, nem A pertence a B, nem B pertence a A. Podemos pensar nessa realidade transpondo para o universo das amizades, pois também trata-se de um tipo de relação afetiva, como o namoro e sendo assim, ser amigo de alguém não te dá o direito de possuir o outro. Relações de posse são impossíveis entre os seres humanos, tendo em vista que todos são livres por direito e natureza.
Contradição nº 2: Apesar de todos sermos livres e, portanto, não pertencermos a ninguém, se realmente amamos a quem estamos compromissados, porque iríamos procurar outro alguém?
Bem, definidas as duas bases do meu pensamentos, é hora de refletir. Como foi bem explícito na contradição nº 1, a concepção de "traição" estaria um tanto quanto errada. Imagine que você esteja namorando (se está, okay, n precisa imaginar) e descobre que o seu namorado/a o traiu. Praticamente TODAS as pessoas do mundo iriam condenar no namorado/a. Entretando, pense que ele ou ela ama seu "cônjuge", mas em um momento de impulsividade e certa necessidade carnal, traiu. Isso está assim tão errado? Se ninguém pertence a ninguém, porque devemos em situações como essa? In fact, penso que todo o estigma do ato de infidelidade tem a ver com a possibilidade da pessoa que foi infiel apaixonar-se por outro, e não pela ocorrência da traição em si. O namoro e o casamento são vistos como contratos de esclusividade, mas os seres humanos não são exclusivos.
Porém, se alguém está efetivamente feliz com o seu parceiro, por que sentiria a necessidade de trair? Bem, apesar da quase unânime revolta das mulheres, está comprovado que os homens traem mais, por diversos fatores. Sendo assim, não seria a questão genética e biológica um fator para a traição? Bem plausível.
Talvez toda essa questão seja mais um dogma imposto pela religião, não sei, difícil chegar a uma conclusão sobre isso. O mais importante é que pessoas traídas reflitam além do fato antes de romper um relacionamento. A pergunta a ser feita é: Ele/ela realmente me ama e isso tudo não passou de uma coisa banal? É precido enxergar além dos ciúmes. Relacionamentos falidos não o são por causa de alguma infidelidade, mas são infiéis porque já não satisfazem mais. Claro que nem toda traição decorre de um relacionamento ruim. Como disse anteriormente, existe também a questão biológica e até social. Todos nós cansamos das pessoas. Estar sempre com os mesmos é enjoativo, mudar de ares é necessário. Então, talvez a infidelidade moderada possa até salvar um relacionamento. Agora, a traição frenética e compulsiva demonstra que a relação não está satisfazendo em quase nada os cônjuges. Nesse caso há um problema.
Nossa, escrevi bastante hoje. Talvez eu faça mais posts sobre essa questão à medida que for descobrindo e pensando coisas novas, mas à princípio é isso. Beijocas, tartarugas ninjas, o mestre Splinter fica por aqui.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Venting away: a arte de cuspir palavras.

Maybe it is just what it is. Perhaps there is no other meaning. I see something so vague, so far away, so deep and at the same time soo shallow, meaningless...I know for sure the mess I'm doing with the words right now, but I'm doing a mess because that's the way I am right now. Can't lie, no, no, no, no, can't lie anymore, don't know why. The transformation was so deep I don't know...it is difficult to say if the new was the old. The flamed lake just shows, yes, it shows. But what can it really shows? It doesn't matter. We are all changing at this very second, minute, hour, week, month, year... We are never the same. So, how can we trust? How can you trust somebody you won't reconize tomorrow? I don't know, you don't know, we don't know...just go, they will say to you. Just take it easy and go. I want to go. I want to go to somewhere new, to some place I've never been before, to a crowded city, to a huge park, to an amazing concert. I just want to go and be me, but who am I? I want to discover who am I. Nothing makes sense until I do that. One thing I idcovered for real, I can't spend too much time in the same place.

Never keep your head down

There was a little boy, just like me, just like you. He was crossing a crowded street. The amount of people was so unbearable, so hard to deal with, but the little boy needed to cross it. However, when he got there he realised his bag wasn't with him anymore.
The only thing in his mind was his mother yelling at him. His school supplies were really expensive for them. The boy started crying on the avenue, didn't know what to do. At this moment an old man lowered to get closer and asked what happened. The kid told him, inconsolable. The man sad "never keep your head down, my kid" and gave his back to the boy and walked away.
The child didn't understand the man, why did he do that? What did he mean? He looked high and  above a small windbreak was his bag with some extra money.

Pequena reflexão sobre a felicidade

Fiquei frustrada com o meu último post e resolvi escrever mais.

Esses dias eu estava falando com um amigo meu sobre a felicidade. Nós dois estávamos meio tristes assim e começamos a pensar em coisas que poderiam nos fazer felizes...Bem, eu fiquei refletindo...e refletindo..até que cheguei à conclusão de que seria realmente super duper wikid se todo ano, ou todo mês, sl, toda e qualquer pessoa do planeta tivesse absolutamente tudo o que sempre desejou, mas somente por um dia. Porém, não sei se isso trazia mais felicidade ou infelicidade. Imagine que você vive sob essas circunstâncias. Certamente esses tais dias D seriam os mais esperados e os outros não teriam muita importância. Uma vida inteira seria jogada fora. Além do mais, a nostalgia do pós-dia D seria tão grande, tão imensa que poderia trazer até a infelicidade profunda. Seriam milhões de dias infelizes e alguns dias de suprema felicidade. Prefiro como está agora.

Anãs marrons não tomam as dores.

Olá, pessoas! Vou começar o post sendo sincera, aí vai: não tô afim de escrever hoje. Hmm, então a pergunta q surge é a seguinte: Por que você está escrevendo então? Olha, na verdade porque eu não tenho nada mais para fazer e sei que em algum outro momento eu terei que postar, logo...Bem, na verdade eu tinha milhões de coisas para fazer, mas usei muito mal o meu tempo livre neste feriado e não fiz absolutamente NADA de útil. A única coisa mais ou menos útil que fiz foi ler uma revistar sobre o universo que falava sobre as anãs marrons. As anãs marrons são estrelas mal-sucedidas. Elas não conseguiram adquirir massa suficiente para, então, obter uma pressão suficiente para, por fim, ter a termperatura necessária para ser uma estrela e brilhar. Okay, Júlia, shut up.
Bem, vou falar sobre "tomar as dores". Estava, na véspera do dia das crianças, em uma praça com os meus amigos e a gente começou a falar sobre isso. Imagine que você tem 2 amigos. Imaginou? Ok, agora, os dois brigam por um motivo mto pessoal: um deles roubou a namorada do outro. Parando para pensar, você n tem absolutamente nada a ver com o fato. Seu amigo continua igual nas atitudes, mas...mas...MAS... você toma um partido, escolhe uma posição e, sem notar muito bem, participa da briga. É certo isso? Eu, por experiência própria, vejo como uma atitude totalmente errada. Imagine o amigo que teve a ação ruim, como ele se sente? Pode ser que ele tenha cometido um erro, mas cabe a ele reconhecer isso e se arrepender, mas vendo as pessoas se pondo contra, tudo fica muito mais difícil. Claro que se a pessoa errou é natural que ela pague algo por isso, mas, muitas vezes, o fato de terem outros manifestando-se contra ela, fazem-na ficar acuada. Pessoas acuadas tendem a permanecer na situação vigente por mais tempo, ou seja, demoram para ir resolver a situação. Na minha opinião, essas situações exigem muita sensibilidade, sabe. Não é uma ação dessas de "tomar as dores" que vai adiantar, mas sim uma conversa franca, com realmente o objetivo de resolver a situação. Fora que se você é o tipo da pessoa que toma partido, no fim pode acabar sozinho quando "as partes" fazem as pazes. Bad, bad stuff, boss :/

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

As always

"I find it kind of funny, I find it kind of sad. The dreams in which I'm dying are the best I've ever had."
                                                                                 - Gary Jules, Mad World


Looking up all these memories,
I can see no glories,
The cloudy sky can't lie to me,
I have been rasing the stories,
They have been drying the tories.

Complaining about your bad luck,
The time is passing,
The words are messing,
We just can't do it, we just can't buck.

Clowns and tricks no more make me laughing,
They are now traping,
They are arresting, they are arresting me.

And it depends on no one, no one but...
But no surprising,
I am fading,
I am escaping.




domingo, 3 de outubro de 2010

Esse é sobre kzuka, socialites e posers ou seja, tudo a mesma coisa.

Olá, gente!
Hoje eu fui ao parque Redenção, para quem n conhece é um dos mais famosos parques de Porto Alegre. Meu plano era ir lá, levar um violão e ficar tocando e viajando com os friends. Bem, quando cheguei vi um pessoal com umas camisetas cinzas e roxas falando com as pessoas e fui ver o q era aquilo tudo. Chegando lá, me explicaram que era um projeto chamado redençãocc e que eles estavam organizando um mutirão de limpeza para recolher os panfletos e demais propagandas eleitorais. Eu e meus amigos resolvemos ajudar, afinal, se a gente fizesse isso, ganhava uma camiseta :) Tá, brincadeira, né, n foi só por isso. Nós realmente curtimos a idéia e ver a cidade suja daquele jeito estava me irritando...MUITO! Ok, chegou a hora do mutirão e todo mundo se reuniu e biriri e tudo bem, até que... ATÉ QUE....ATÉÉÉÉÉ QUEEEEE...eu vi duas meninas kzukets(quem aparece em todas as edições da revista kzuka) de merda (desculpa). Sim, duas gurias q estudam no farroupilham q aparecem em todas as kzukas (revista imbecil feita para adolescente na qual aparecem fotos dos filhos dos ricos) já publicadas junto com um outro guri q também aparece em todas as kzukas do mundo. Sim, eles estavam "participando" do negócio. Aaaaaarg, to com tanta raiva q eu nem consigo escrever direito.... TA, OK. Eles estavam lá e quando a imprensa chegou TODOS os fotógrafos começaram a tirar fotinhos deles e do IMBECIL do Pi Angers (aquele repórter da Kzuka que faz piadinhas sem-graça e acha q tem 15 anos, apesar de ter 30). Bem, eu vi eles e já comecei a ficar muito irritada, mas o pior veio depois... Eles já estavam, estranhamente, na Redenção, aliás, eu aposto q foi a primeira vez q eles foram na ali. Aqui em Porto os riquinhos filhinhos de papai só vão na encol, o resto vai nos outros parques. Enfim, eles já estavam "invadindo" o local das pessoas não-ricas e não-kazukets e, não se contentando só com isso, tiveram a atitude mais ridícula do universo. Eles, ao invés de, pelo menos, ajudar a limpar a rua, ficaram literalmente DESFILANDO no meio da avenida enquanto TODAS AS OUTRAS PESSOAS limpavam. Eles ficaram desfilando mesmo, gente, eu n to brincando! Eles desfilavam e os fotógrafos da kzuka  filmavam e tiravam fotos deles. Eu tive vontade de atirar uma pedra neles, sério. Eu queria muito ter feito isso, mas podiam ter me prendido e tal, sl... Beeeeem, mas o q mais me revolta é q a iniciativa da redençãocc foi extremamente digna e legal, sabe...Por que essas pessoas tem q ir dar a pagada delas e estragar uma coisa assim?? Eu tenho certeza, mas certeza meeeesmo, q na próxima kzuka vai ter uma reportagem inteira sobre essas duas gurias e mais o guri com fotos deles segurando vassouras, dizendo como eles são pessoas responsáveis e participaram da limpeza da redenção. O q é tudo mentira, óbvio, e todos os adolescente que leem aquela porra (desculpa) vão achar eles o máximo por isso!
Apesar de tudo isso, que me revoltou horrores, eu quero gente, de coração, q vcs vejam o site da iniciativa q está aqui e reflitam sobre isso. Poxa, nós devemos cuidar do nosso patrimônio, da nossa cidade! Se cada um deixar de jogar lixo na rua e recolher o ver atirado ao chão, já está fazendo parte de uma atitude transformadora tanto na educação do povo brasileiro, que é mundialmente conhecida por sua ausência, e no futuro do nosso país. :D
ps.: Pense nisso! e olha eu: http://www.flickr.com/photos/redencaocc/5049180722/