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domingo, 17 de julho de 2011

O tal vestibular.


Slowly killing me: definição perfeita de um ano de pré-vestibulanda. O vestibular e o terceiro ano do ensino médio têm sido a minha desculpa preferida, mas verdadeira. Se hoje eu não posto mais com frequência vocês podem culpar essas duas coisas. Não culpem a mim. Beeeeem, logicamente eu também tenho a minha parcela de culpa, mas...tente ser criativo com 28932138921738127 zilhões de provas à sua espera. Way too overwhelming, the British would say. O problema não é estudar para as provas, o problema é a pressão. Todos são seus competidores. Todos querem uma vaga. Você se mata estudando e aquele desgraçado do seu colega não pega em um livro e gabarita a prova. Nossa, que estímulo ¬¬ Outro problema também é ter que se dedicar enormemente a coisas que você DETESSSSSSSTA! Não sei quanto a vocês, mas eu simplesmente odeio exatas. Alguma coisinha que outra de economia e geometria plana e só. Para mim não existe coisa mais TORTURANTE do que perder o meu tempo estudando matérias desagradáveis (na minha humilde opinião, não que sejam desagradáveis a você também. Entendeu, né?) ao invés de estudar as coisas que eu gosto...é triste. Sabe o que há e bom nisso? A pequena luz cintilante no fim do túnel dizendo: Na faculdade tudo isso será melhor! AI, ESPERO TANTO POR ISSO! Creio que se as coisas não mudarem quando eu entrar na faculdade... nossa, será uma desilusão e tanto. Eu acabo convergindo todos os meus problemas a uma mesma solução simples: A faculdade. Sim, ela representa a fuga, o escape, a wonderland. Aulas e estudos incríveis sobre o universo que eu amo e idolatro. Pena que antes disso vem a porcaria do vestibular. Não que o método não seja bom e seletivo e blábláblá, mas eu realmente estou cansada de ouvir professores dizendo: E vai piorar! Eu realmente queria que os professores calassem a boca de vez enquando e pensassem mais no que falam. Já estou me matando de tanto estudar, seu idiota, e você ainda quer me amedrontar como se eu fosse uma imbecil que precisa de um "estímulo"desse tipo para me esforçar: Penso nisso toda vez que um ilustre educator põe meus nervos à prova com uma frase agradável desse tipo...morre, diabo.
Esses foram os meus devaneios absurdos sobre tudo o que se passa dentro da minha mente desgastada pela pressão e pelo tempo de preocupação com essa prova que vai decidir se eu entro na faculdade ou não. Ah, quando digo faculdade, quero dizer a federal, por que nas particulares não tem vestibular, né? Tem uma provinha assim antes de você pagar a primeira mensalidade...uma que você faz quando paga a entrada, sabe? ~ironia mode on~ hehehe, sou má. Beijocas, fiquem com seu deus ou com os seus travesseiros, depende da crença.

O que é real sobre a amizade.

Nossa, faz umas milhões de décadas que eu não posto, mas hoje tive muita vontade de escrever, folks. Uma vontade absurda que não me deixava assistir Blade Runner em paz. haha. Bem, o tema é... tã tã tã tã... amizade!
Pois é, amizade... já pararam para pensar sobre isso? Esses dias estava divagando com um amigo sobre essa questão e chegamos à conclusão de que tudo é interesse. SIM, não me olhe com essa cara de indignado. Mesmo que você não note, que seus amigos não note, que o mundo não note, é assim que acontece. Primeiro você tem interesse em conhecer a pessoas por que acredita que a companhia dela possa-lhe ser agradável. Depois disso você pensa em como essa pessoa acrescenta algo para a sua existência, seja esse acréscimo de qualquer forma possível. Ninguém é amigo de pessoas que não lhe acrescentam nada. Alguém pode te divertir, te fazer refletir, te ensinar algo novo... sempre há alguma coisa. E sabe o porquê de você se afastar de alguns amigos? Por que eles deixaram de fazer a diferença. O bom e velho "não temos mais nada a ver um com o outro" é um mito. Você não precisa necessariamente ter coisas em comum com um amigo, mas que ele te traga algo que você não tem. Viu como o mundo é dos interesses? E isso não faz dele um lugar terrível.
Bem, espero que vocês pensem sobre isso e comentem as suas opiniões...talvez eu até ligue para elas, se eu concordar, é claro. haha. Mentira. Comentem sempre, se vocês estiverem afim e tal... mas seria bem legal se estivessem... Tá, todo mundo entendeu. Beijocas!

sábado, 16 de abril de 2011

O que te faz seguir em frente?

Eaí, tem produzido muito ultimamente? Tem preenchido os seus dias de afazeres realizados de maneira satisfatória? Tem escrito, lido, estudado, assistido e vivido? Não? Pois é...é isso que acontece quando você está assim, meio perdido, sem ideias e, principalmente, sem inspiração.
Às vezes nossos planos e a nossa criatividade não estão no mesmo compasso. Vocês já sentiram isso? Já tiveram vontade de fazer milhões de coisas e na hora de começar...TILT! Já? Essa é uma das piores sensações do mundo, sem dúvida. Porém, quando algo nos chama a atenção, quando, de alguma maneira, presenciamos uma situação que nos desperta a fagulha da motivação, tudo parece se encaminhar quase que instantaneamente. 
Hoje eu vi um filme que me fez sentir assim. Não vou comentar sobre o enredo porque realmente não há necessidade. A história do filme não é importante. Poderia ser sobre qualquer assunto, o "x"da questão aqui não é isso, mas sim o modo como eu me senti depois. As pessoas precisam disso. Eu, pelo menos, preciso. Vocês aí que leem as coiss que eu escrevo precisam? Acredito que sim. Todo mundo cansa da rotina, das obrigações, do trabalho, da escola, etc. Inspiração é o que nos faz prosseguir e pensar que podemos fazer algo completamente inusitado.
Bem, era isso pessoal. Obrigada por lerem. Uma beijoca e respondam, se puderem: "O que faz vocês seguirem em frente?"

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Duas tardes quase perdidas na minha vida.

Olá, pessoas queridas! Nesse último final de semana (dias 04 e 05 de Dezembro), prestei vestibular para a PUCRS. Sim, personas, me prestei a prestar vestivular (hoho, piadiiiinha fail, ok). Well, well, foi uma experiência...digamos...interessante. Na verdade, acabei de completar o 2° ano do ensino médio, então essas provas não valeram absolutamente nada para mim, a não ser pela experiência. Enfim, minha opinião sobre os testes? Uma quase total perda de tempo. Sim! Exatamente isso! Okay, serei criticada arduamente depois dessa, mas tudo bem, eu aguento. Bem, vou explicar: Primeiramente, vamos definir qual é o objetivo de um vestibular. "Qual é?" Seu objetivo é realizar uma operação de corte, selecionar os alunos, avaliar sua capacidade. Até agora tranquilo? "Sim, não somos imbecis". Muito bem, muito bem. Agora, após essa esclarecedora conceituação, vamos à relação com a prova da PUCRS. O que me chamou a atenção quanto a prova da universidade foi o nível de complexidade das questões: ínfimo. Recordando, acabei de completar o 2° ano, não o 3°, e tive essa visão da prova. Antes que venham me trollar, prestem atenção no que escrevi: O NÍVEL DE COMPLEXIDADE ERA BAIXO. Ou seja, não necessitava-se de grande raciocínio lógico para resolver as questões. Não que eu seja aquele tipo de pessoa extremamente inteligente, não, nada disso, mas não é preciso ser dotado de um intelecto muito avançado para perceber que aquele teste não conseguiria "testar" efetivamente conhecimento e raciocínio algum. Agora perguntam-me "Mas por que o vestibular precisa ser tão difícil? Qual o problema com a prova ser fáicl?" Bem, como o objetivo do vestibular é, justamente, SELECIONAR, todos os problemas do mundo. Então, já que esse teste não seleciona absolutamente nada, por que a PUCRS não abre matrículas para os cursos sem ser necessária a realização da prova? Por que não para com essa perda de tempo e deixa os seus calouros ingressarem sem serem submetidos ao vestibular? Pague e faça a faculdade: isso seria melhor do que essa prova lamentável.
Heeeeeeey, people, por hoje é só. Agradeço por todas as visitas aqui no blog, continuem a ler, cuidem-se e até mais ;)
Aaah, acho que farei uma nova tag "contos". Estou gostando muito de escrever esse tipo de texto. O que vocês acham? podem deixar um comentário abaixo com a sua opinião sobre isso e sobre o texto. Kisses, kisses, kisses, see you!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Meninas, NÃO É REAL!

Meeeeeeeimpolguei :D Pois é, xente, resolvi escrever mais hoje mesmo.

Estava eu, sentada na sala de espera do pronto atendimento médico do hospital Mãe de Deus Center (fui buscar a cura para a minha tosse incessante), quando vi que na televisão passava o filme da sessão da tarde. Surpreendentemente não era nada relacionado com "uma turminha do barulho" ou com "o cachorro que joga...".  A programação daquela tarde era um daqueles filmes do tipo comédia romântica feito para meninas, no qual tudo dá certo e a protagonista transforma o homem amado em uma pessoa completamente fiel e apaixonada. Isso me fez refletir sobre uma pseudo-conversa (pseudo porque foi por twitter) que tive justamente sobre a mania feminina de tentar mudar os homens. As mulheres, em geral, sempre reclamam dos homens por motivos de "cafajestagem" e os generalizam após uma desilusão.
Porém, uma das causas dessa situação é justamente a ideia passada pelo tipo de filme que citei. Esses passam às meninas a concepção do "sapo que vira príncipe". Neles as personagens femininas se apaixonam por homens/meninos "errados", com desvio de caráter, imaturos ou infiéis e mudam esse comportamento como que por um passe de mágica. Atenção, meninas: ISSO NÃO ACONTECE! É mentirinha, vocês não podem mudar a essência de uma pessoa. Ficar insistindo para mudar alguém só vai trazer a vocês sofrimento e decepções. O pior de tudo isso é que não existem apenas homens/meninos desse tipo. Porém, "O que as mulheres querem" (alusão à série, fuckers) é sentir-se importantes, ter a sensação de que elas fizeram a diferença, imaginar que são essenciais para essa pessoa. Claro que não há nada de errado em querer ser importante, mas essa não é a única forma de tornar-se especial para alguém. Repito: existem caras legais no mundo, basta olhar atentamente e romper com esse pensamento utópico. Essa idealização trazida pelos filmes "de menininhas" faz com que os caras legais, que têm princípios, caráter e cérebro (sim, cérebro é bem necessário. hehe) achem que há algo de errado com eles e que não vale a pena ser assim. As meninas, por outro lado, acham que os homens são todos cafajestes.
Yes, we have this problem :/
That's it, people. Apesar de estar fazendo uma crítica aos filmes "para meninas/mulheres", vi um muito bom que retrata um pouco dessa situação que falei e, mais importante, a critica. O nome do filme é "Ele não está tão afim de você". Tá, eu sei que esse título é meio condenável, mas não julguem o livro pela capa, é um bom filme. Acabooou, besos, hasta luego!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Coisas que andei pensando.

Hello, pretty people! Hoje vou divagar mesmo, estejam preparados para idéias desconexas. Ah, não terá figura.

Divagação número 1: Vocês já se confundiram com alguma marca? Estava pensando sobre isso já faz um tempo...Todos sabem (espero) que quando uma empresa/marca é registrada seu nome não pode ser copiado. Okay, muito digno. Porém, há espertinhos que tentam confundir a população criando nomes MUITO parecidos ou até buscando certa semelhança no tipo de letra do logotipo, etc. Certo dia deparei-me com um local na Av. Venâncio Aires cujo nome era "Instituto Cervantes". Pensei: "Nossa, o Instituto Cervantes (famosa instituição de cultura espânica) tem outra sede em Porto Alegre?" Achei aquele ambiente meio estranho, pois era um local pequeno, com um aspecto um tanto poluído, mas tudo bem. O que me chamou a atenção foi que, pendurado no muro do local, estava um banner com preços promocionais de cursos de espanhol e de outras línguas por um preço bem acessível. Achei estranho. Sempre pensara que a mensalidade das aulas lá fossem bem mais caras que as do Yázigi (onde estudo espanhol). Curiosa com o fato, procurei na internet as duas sedes: a localizada na Venâncio e aquela cujo endereço é em uma travessa da Carlos Gomes, não lembro o nome agora. Entrei em alguns sites e vi um comentário dizendo mais ou menos o seguinte: "Isso é uma farsa! Esse não é o verdadeiro Instituto Cervantes. Fui lá achando que era e saí decepcionado." Depois de ler isso entendi tudo. Isso é indignante mesmo. Esse não é um caso isolado, portanto tenham cuidado com esse tipo de propaganda enganosa, folks, watch out!

Divagação número 2: Hoje alguns amigos meus da internet estavam sentindo-se solitários. Percebi que por mais que eu tentasse ajudá-los, não seria a mesma coisa que alguém próximo. Isso me deixou triste. Não poder fazer nada me deixou triste. Não estar perto deles também me deixou triste. Conheci tanta gente realmente legal com essa iniciativa do vlog, com o twitter, etc. "Conheci" tanta gente que eu queria conhecer de verdade. Será que um dia estaremos frente-a-frente? Não sei. Espero que sim, mas é apenas um desejo. Às vezes que eu me pego pensando à respeito...

Divagação número 3: Direitos e deveres estão muito difundidos. Todo mundo que é irritadinho e argumenta muito (mesmo sem razão) acha que deve cursar Direito. Todo adolescentezinho revoltado se acha com mais direitos do que qualquer um. PAREM COM ISSO! Se tem uma coisa que eu não estou suportando ultimamente são essas pessoas que falam muito em direitos e não pensam nos deveres. Que tal pensar nas dores de cabeça que você deu aos seus pais antes de exigir tanto deles? Que tal pensar na falta de atenção e comprometimento em classe antes de falar mal do professor? Que tal? Juntamente com essa questão vem o respeito. Respeito é difícil de ser encontrado hoje em dia. Não falo de submissão, são duas coisas diferentes. Quando duas pessoas possuem posições diferentes sobre determinado fato, elas podem expor suas ideias tranquilamente e debater sem se agredir. Entretanto, é comum o pensamento de que toda discussão é uma agressão, fazendo com que as pessoas achem normal perder o respeito. Também é importante dizer que respeito não consiste apenas em chamar ao outro por pronomes de tratamento, mas também preservar a tranquilidade, sem exaltações e tons de superioridade. Resumindo: FALAR NUMA BOA. Odeio quando vejo algum aluno falando para qualquer professor "O senhor, como professor, tinha a obrigação de..." Em primeiro lugar, você cumpre suas obrigações de aluno perfeitamente? Quem é você para dizer as obrigações de uma pessoa sem cumprir as suas? Além do mais, deve ser um momento de irritação extrema ouvir alguém com, possivelmente, metade da sua experiência lhe fazer exigências e cobranças. Talvez mais que metade da idade, whatever, vocês entenderem, folks.

This is it. Clichê serem três divagações, né? Bem, acontece, acontece...See you later, aligator! (cara, eu sou tosca, eu sei) Beijoquitas e continuem lendo!

sábado, 23 de outubro de 2010

A mesma viagem de formatura de sempre

Hello, seres pensantes! Primeiramente, gostaria de agradecer a todos que têm lido e, principalmente, comentado! Valeeeeu meixxxmo xentibiniiiita. Ta, parei de ser imbecil, mas falando sério, é muito legal mesmo saber que tem gente acompanhando, gostando e comentando aqui. Muito obrigada! It means a lot to me :)
Okay, o assunto de hoje...hmm...o assunto de hoje vai fazer muita gente querer me bater. Eu devo ser meio masoquista, sempre falo sobre coisas que farão as pessoas quererem me bater, mas enfim...Viagem de formatura para Porto Seguro: Por quê? Eu realmente não entendo o porquê dessa viagem ser a frenesi de todos os estudantes do terceiro ano de quase todos colégios de Porto Alegre. Tudo bem que é a tão esperada formatura, a vida de todos os estudantes muda muito depois dela, as pessoas que antes se viam todo o dia poderão nunca mais ter tal contato. Entretanto, a viagem em si é um total desperdício de dinheiro. Todo mundo sabe que os estudantes só vão para PS por causa das festas e dos quartos de hotel (hmmmm). Sim, caro leitor, ninguém volta bronzeado de lá, ninguém vai à praia, ninguém conhece nada da cidade. O objetivo da viagem é claro: sexo, bebida e maconha. Não estou escrevendo, no momento, para criticar essa atitude, não, hoje não, mas a questão é: você precisa viajar milhares de quilômetros DE ÔNIBUS e pagar 3.000 reais por isso? Nada contra destruir todos os neurônios em ano de vestibular, não, claro que não, é uma titude muito inteligente essa, mas para quê viajar se é possível fazer tudo isso sem sair da sua ciadade?WHY?! Pensem bem, raciocinem. Ficando na sua cidade, no caso, Porto Alegre, pode-se ficar tão bêbado , pode-se ficar tão chapado (tá, talvez não tanto) e também pode-se fazer tanto sexo quanto todo mundo lá faz, just get a room! Porém, ninguém pensa nisso e a cidade de Porto Seguro vira o caos, completamente lotada. A massa de pessoas concentradas naquela área deve fazer a sensação térmica aumentar uns 20°C (não, eu nunca exagero.rs.) quando o calor já é infernal.
Além disso, porque todo mundo PRECISA ir? Nossa, quando alguém diz que não quer ir, que não gosta, as pessoas fazem uma cara de espanto como se tivessem acabado de ouvir uma coisa completamente bizarra. Agem como se fosse a maior e melhor experiência que você poderia ter na vida. Essa padrão de comportamento, essa necessidade de fazer essa viagem torna-se quase uma imposição. Todo ano, milhares de jovens vão para a Bahia nas férias de julho. Isso é TODO ano, a MESMA cidade...Ninguém tem vontade de ir pra algum outro lugar? Todos têm que fazer a viagem que as gerações anteriores fizeram? As pessoas, simplesmente, seguem essa rotina anual, sem se preocuparem muito com o que a viagem tem para oferecer. Isso tudo faz com que as empresas que levam os jovens fiquem em uma posição extremamente cômoda. Afinal, todo mundo fechará o contrato mesmo, ninguém questiona o custo-benefício do pacote.
Outra coisa que me deixa extremamente intrigada é o porquê de serem justamente nas férias de julho as datas de saída. Você que vai para PS, me responda, por quê? "Ah, é para dar uma relaxada no meio do ano, sabe." muitos argumentam. Porém, relaxar não é o objetivo. Todas as pessoas que foram para lá voltaram três vezes mais cansados do que antes e, no surprise, vestibular logo mais. Não seria bem melhor fazer uma viagem como essa depois do vestibular? Imagine, depois que passasse toda a tensão, todo o nervosismo, toda a ansiedade, fazer uma viagem com os amigos para comemorar a aprovação ou esquecer um pouco o resultado (é, acontece) seria muito melhor.
Enfim, já falei demais, pra variar o post ficou longo, mas é isso aí pessoal. Beijocas everybody e digam o que vocês pensam sobe isso logo abaixo. Thanks!

domingo, 17 de outubro de 2010

Sanguessuga moribunda

Oi, gente legal que lê o que eu escrevo! Bem, esse post será uma história, uma história real. Comentarei após.

 Estavam eles, os alunos, sentados em seus banquinhos ao redor das grandes mesas retangulares do laboratório de biologia. Os sujos potes de vidro expostos em prateleiras empoeiradas continham criaturas e partes de criaturas devidamente conservadas. A aula era sobre anelídeos. O professor chamou a atenção da turma sobre a sanguessuga que havia em um dos potes de vidro.
"Trouxe-a já faz um tempo e ela ainda não se alimentou. Voluntários?"
Todos permanecem em silêncio, a não ser pelas piadinhas esparsas e risos sobre o assunto. O professor tenta novamente:
"Não acontece nada de mais, não transmite doença. Ela suga um pouco de sangue só, essa é pequenininha, gente."
Silêncio novamente, até que alguém se manifesta:
"Tudo bem, eu vou."
Um dos meninos toma a iniciativa, porém, o animal ronda seu dedo totalmente imerso no pote com água e nada faz.
"Não foi dessa vez." diz o professor, tristemente. "Mais alguém se candidata?"
A menina se candidatou, um tanto quanto forçada pelos colegas, mas foi. Entretanto, o pequeno anelídio não sugava nem uma gota de seu sangue, apesar de ter tentado fixar-se. O animal procurava um canto ideal, talvez uma pele bem fina para que a força que lhe restara fosse suficiente para perfurar-lhe a carne.
Nada funcionou. A sanguessuga permacia moribunda e, certamente, no breve caminho da morte.

Ela era um pouco menor que essa em comprimento e espessura.
Essa história é real. A menina sou eu e a sanguessuga não quis o meu dedo, me senti rejeitada e chorei por 3 dias. :( Ta, eu me senti rejeitada, mas não chorei não. O pobre animalzinho talvez não estivesse mais com forças para perfurar a minha pele. Ou talvez não. Não sei o que houve com ele, mas fiquei triste pela vida que não consegui salvar. Isso foi bem interessante, muito interessante...reflitam!

sábado, 16 de outubro de 2010

Sobre a velha opinião formada sobre...compromisso.

Perderei followers no twitter por isso, perhaps.

Olá, psiques reunidas em corpos! Meus últimos posts foram deprimentes e confusos porque eu estava deprimida e confusa, mas não estou mais assim, portanto, esse será diferente.
Já faz um bom tempo que eu reflito sobre os compromissos no sentido de relacionamentos amorosos entre as pessoas. Todos que eu conheço pensam que um relacionamento deve conter fidelidade, que isso é algo intrínseco ao compromisso assumido. Bem, não sei se é bem por aí. Na verdade, o meu pensamento sobre o fato é baseado em duas contradições muito grandes, que eu explicarei a seguir:
Contradição nº 1: Quando uma pessoa A ama uma pessoa B e o mesmo ocorre na ordem inversa, nem A pertence a B, nem B pertence a A. Podemos pensar nessa realidade transpondo para o universo das amizades, pois também trata-se de um tipo de relação afetiva, como o namoro e sendo assim, ser amigo de alguém não te dá o direito de possuir o outro. Relações de posse são impossíveis entre os seres humanos, tendo em vista que todos são livres por direito e natureza.
Contradição nº 2: Apesar de todos sermos livres e, portanto, não pertencermos a ninguém, se realmente amamos a quem estamos compromissados, porque iríamos procurar outro alguém?
Bem, definidas as duas bases do meu pensamentos, é hora de refletir. Como foi bem explícito na contradição nº 1, a concepção de "traição" estaria um tanto quanto errada. Imagine que você esteja namorando (se está, okay, n precisa imaginar) e descobre que o seu namorado/a o traiu. Praticamente TODAS as pessoas do mundo iriam condenar no namorado/a. Entretando, pense que ele ou ela ama seu "cônjuge", mas em um momento de impulsividade e certa necessidade carnal, traiu. Isso está assim tão errado? Se ninguém pertence a ninguém, porque devemos em situações como essa? In fact, penso que todo o estigma do ato de infidelidade tem a ver com a possibilidade da pessoa que foi infiel apaixonar-se por outro, e não pela ocorrência da traição em si. O namoro e o casamento são vistos como contratos de esclusividade, mas os seres humanos não são exclusivos.
Porém, se alguém está efetivamente feliz com o seu parceiro, por que sentiria a necessidade de trair? Bem, apesar da quase unânime revolta das mulheres, está comprovado que os homens traem mais, por diversos fatores. Sendo assim, não seria a questão genética e biológica um fator para a traição? Bem plausível.
Talvez toda essa questão seja mais um dogma imposto pela religião, não sei, difícil chegar a uma conclusão sobre isso. O mais importante é que pessoas traídas reflitam além do fato antes de romper um relacionamento. A pergunta a ser feita é: Ele/ela realmente me ama e isso tudo não passou de uma coisa banal? É precido enxergar além dos ciúmes. Relacionamentos falidos não o são por causa de alguma infidelidade, mas são infiéis porque já não satisfazem mais. Claro que nem toda traição decorre de um relacionamento ruim. Como disse anteriormente, existe também a questão biológica e até social. Todos nós cansamos das pessoas. Estar sempre com os mesmos é enjoativo, mudar de ares é necessário. Então, talvez a infidelidade moderada possa até salvar um relacionamento. Agora, a traição frenética e compulsiva demonstra que a relação não está satisfazendo em quase nada os cônjuges. Nesse caso há um problema.
Nossa, escrevi bastante hoje. Talvez eu faça mais posts sobre essa questão à medida que for descobrindo e pensando coisas novas, mas à princípio é isso. Beijocas, tartarugas ninjas, o mestre Splinter fica por aqui.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Anãs marrons não tomam as dores.

Olá, pessoas! Vou começar o post sendo sincera, aí vai: não tô afim de escrever hoje. Hmm, então a pergunta q surge é a seguinte: Por que você está escrevendo então? Olha, na verdade porque eu não tenho nada mais para fazer e sei que em algum outro momento eu terei que postar, logo...Bem, na verdade eu tinha milhões de coisas para fazer, mas usei muito mal o meu tempo livre neste feriado e não fiz absolutamente NADA de útil. A única coisa mais ou menos útil que fiz foi ler uma revistar sobre o universo que falava sobre as anãs marrons. As anãs marrons são estrelas mal-sucedidas. Elas não conseguiram adquirir massa suficiente para, então, obter uma pressão suficiente para, por fim, ter a termperatura necessária para ser uma estrela e brilhar. Okay, Júlia, shut up.
Bem, vou falar sobre "tomar as dores". Estava, na véspera do dia das crianças, em uma praça com os meus amigos e a gente começou a falar sobre isso. Imagine que você tem 2 amigos. Imaginou? Ok, agora, os dois brigam por um motivo mto pessoal: um deles roubou a namorada do outro. Parando para pensar, você n tem absolutamente nada a ver com o fato. Seu amigo continua igual nas atitudes, mas...mas...MAS... você toma um partido, escolhe uma posição e, sem notar muito bem, participa da briga. É certo isso? Eu, por experiência própria, vejo como uma atitude totalmente errada. Imagine o amigo que teve a ação ruim, como ele se sente? Pode ser que ele tenha cometido um erro, mas cabe a ele reconhecer isso e se arrepender, mas vendo as pessoas se pondo contra, tudo fica muito mais difícil. Claro que se a pessoa errou é natural que ela pague algo por isso, mas, muitas vezes, o fato de terem outros manifestando-se contra ela, fazem-na ficar acuada. Pessoas acuadas tendem a permanecer na situação vigente por mais tempo, ou seja, demoram para ir resolver a situação. Na minha opinião, essas situações exigem muita sensibilidade, sabe. Não é uma ação dessas de "tomar as dores" que vai adiantar, mas sim uma conversa franca, com realmente o objetivo de resolver a situação. Fora que se você é o tipo da pessoa que toma partido, no fim pode acabar sozinho quando "as partes" fazem as pazes. Bad, bad stuff, boss :/

domingo, 3 de outubro de 2010

Esse é sobre kzuka, socialites e posers ou seja, tudo a mesma coisa.

Olá, gente!
Hoje eu fui ao parque Redenção, para quem n conhece é um dos mais famosos parques de Porto Alegre. Meu plano era ir lá, levar um violão e ficar tocando e viajando com os friends. Bem, quando cheguei vi um pessoal com umas camisetas cinzas e roxas falando com as pessoas e fui ver o q era aquilo tudo. Chegando lá, me explicaram que era um projeto chamado redençãocc e que eles estavam organizando um mutirão de limpeza para recolher os panfletos e demais propagandas eleitorais. Eu e meus amigos resolvemos ajudar, afinal, se a gente fizesse isso, ganhava uma camiseta :) Tá, brincadeira, né, n foi só por isso. Nós realmente curtimos a idéia e ver a cidade suja daquele jeito estava me irritando...MUITO! Ok, chegou a hora do mutirão e todo mundo se reuniu e biriri e tudo bem, até que... ATÉ QUE....ATÉÉÉÉÉ QUEEEEE...eu vi duas meninas kzukets(quem aparece em todas as edições da revista kzuka) de merda (desculpa). Sim, duas gurias q estudam no farroupilham q aparecem em todas as kzukas (revista imbecil feita para adolescente na qual aparecem fotos dos filhos dos ricos) já publicadas junto com um outro guri q também aparece em todas as kzukas do mundo. Sim, eles estavam "participando" do negócio. Aaaaaarg, to com tanta raiva q eu nem consigo escrever direito.... TA, OK. Eles estavam lá e quando a imprensa chegou TODOS os fotógrafos começaram a tirar fotinhos deles e do IMBECIL do Pi Angers (aquele repórter da Kzuka que faz piadinhas sem-graça e acha q tem 15 anos, apesar de ter 30). Bem, eu vi eles e já comecei a ficar muito irritada, mas o pior veio depois... Eles já estavam, estranhamente, na Redenção, aliás, eu aposto q foi a primeira vez q eles foram na ali. Aqui em Porto os riquinhos filhinhos de papai só vão na encol, o resto vai nos outros parques. Enfim, eles já estavam "invadindo" o local das pessoas não-ricas e não-kazukets e, não se contentando só com isso, tiveram a atitude mais ridícula do universo. Eles, ao invés de, pelo menos, ajudar a limpar a rua, ficaram literalmente DESFILANDO no meio da avenida enquanto TODAS AS OUTRAS PESSOAS limpavam. Eles ficaram desfilando mesmo, gente, eu n to brincando! Eles desfilavam e os fotógrafos da kzuka  filmavam e tiravam fotos deles. Eu tive vontade de atirar uma pedra neles, sério. Eu queria muito ter feito isso, mas podiam ter me prendido e tal, sl... Beeeeem, mas o q mais me revolta é q a iniciativa da redençãocc foi extremamente digna e legal, sabe...Por que essas pessoas tem q ir dar a pagada delas e estragar uma coisa assim?? Eu tenho certeza, mas certeza meeeesmo, q na próxima kzuka vai ter uma reportagem inteira sobre essas duas gurias e mais o guri com fotos deles segurando vassouras, dizendo como eles são pessoas responsáveis e participaram da limpeza da redenção. O q é tudo mentira, óbvio, e todos os adolescente que leem aquela porra (desculpa) vão achar eles o máximo por isso!
Apesar de tudo isso, que me revoltou horrores, eu quero gente, de coração, q vcs vejam o site da iniciativa q está aqui e reflitam sobre isso. Poxa, nós devemos cuidar do nosso patrimônio, da nossa cidade! Se cada um deixar de jogar lixo na rua e recolher o ver atirado ao chão, já está fazendo parte de uma atitude transformadora tanto na educação do povo brasileiro, que é mundialmente conhecida por sua ausência, e no futuro do nosso país. :D
ps.: Pense nisso! e olha eu: http://www.flickr.com/photos/redencaocc/5049180722/

terça-feira, 28 de setembro de 2010

É polêmico.


Well, people, estava assistindo agora ao vídeo do PC Siqueira no qual ele também falava sobre o preconceito com gays e coisaetal. Beeem, já faz um tempo que eu me irrito profundamente quando as pessoas dizem que se sentem "ofendidas" se há casais de gays na rua que, efetivamente, demonstrem que são um casal: andem de mãos dadas, se beijem, etc. Eu acho isso uma puta hipocrisia. Desculpe o palavrão, não gosto mesmo de escrever palavrões, acho estranho, mas agora n tive como evitar. Se você pensa como essas pessoas, preste bem atenção nesse post.

Casais heterossexuais estão O TEMPO TODO se agarrando nas ruas. Não digo só "se agarrando", mas de mãos dadas e outras coisas que as pessoas em volta podem perceber claramente que eles são um casal. Nada de errado com isso, claro que não, estou só comentando o fato. Ah, só os que se agarram mesmo que eu acho ridídulo. Para quem fica se amassando na parada de ônibus, no meio do parque, no banco do shopping, em sala de espera de consultório médico (sim, tem gente q faz isso), um conselho: Go get a room!

Okay, após feita a observação, às explicações: Se os casais heterosexuais tem o direito de demonstrarem que são um casal, qual o problema dos gays terem esse direito também? Se você concorda que não há problema em um casal hetero se beijar em público é de um pensamento extremamente hipócrita não conceder aos homossexuais a mesma aceitação. Não concordar que homossexuais se beijem em público é também não concordar que heterossexuais façam o mesmo, não é possível discordar de um e concordar com o outro, ou vice-versa.

Todos dizem que religião não se discute, é uma questão de crença. Também deveria se assim com a opção sexual, é uma questão de gosto. Então, se você não é gay, não tem porquê ficar ofendido ao ver alguém que é, mesmo que não concorde com a opção da pessoa. Concordar ou discordar é uma opção sua, mas respeitar é um dever.

Agora, só fazendo uma observação, como eu já disse antes, casais que ficam naqueeeele amasso em ambientes públicos são ridículos, independente da opção sexual. Again: Go get a room!

Bom, gente, era isso aí que eu queria dizer. Beijocas e até a próxima!

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Sobre ônibus para cadeirantes com duas portas.


Ônibus com apenas duas portas, sendo que uma delas possibilita a entrada de cadeirantes, na verdade, opera sob a premissa de que nenhum cadeirante vai efetivamente pegar aquele ônibus. "Ãh? Por quê?" Well, let's explain: Hoje, quando estava voltando para minha linda casinha, peguei um ônibus do tipo descrito acima, que não estava lotado, mas também não estava vazio. Se você anda nesse tipo de transporte público, deve saber que a primeira porta do veículo, antes da roleta, serve para embarque (à excessão das poucas pessoas que sentam antes da roleta nos acentos preferenciais) e a porta localizada após à roleta (ou as portas, depende do ônibus) serve para desembarque, e é geralmente nessa segunda aonde é implantado o degrau rebaixável para o acesso a cadeirantes. Agora imagine, se um cadeirante resolve pegar o ônibus, ele deverá utilizar a segunda porta. Entretanto, quando há apenas uma porta para desembarque (duas no total do ônibus), todos os passageiros que iriam descer terão que esperar. O degrau rebaixável já demora milênios naturalmente, agora se os passageiros também tiverem que esperar e descer só depois que o cadeirante subir no ônibus, o processo inteiro atrasará muito mais. Utilizando a lógica da logística (nossa, lógica da logística, q estranho :S) dos ônibus, eles não devem e não são idealizados para atrasos. Existe um cronograma a ser seguido no qual há horários específicos para que os mesmos passem em cada parada. Se a entrada de uma pessoa portadora de cadeira de rodas gera todo esse atraso, pode-se supor que, na idealização do ônibus, nunca entraria ninguém com tais necessidade, o que está completamente errado. Tudo isso poderia ser evitado, ou melhor, minimizado se todos os ônibus tivesse três portas: duas para desembarque, nas quais uma seria para a entrada de cadeirantes também, e uma para embarque. Claro que a geringonça demora muito para subir e descer, o que atrasaria o cronograma do mesmo jeito, mas os efeitos seriam minimizados. Bom, o "elevador" do veículo deveria ter um sistema mais eficiente que diminuísse o tempo de funcionamento e integrar um sistema de três portas. Prontofaleieraisso.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Vlogs

Não me segurei, depois de escrever o último post, estava com muita vontade de escrever mais um, então lá vai.
Vlogs. Os vlogs estão dominando o mundo. Okay, não sei se o mundo, mas no Brasil a prática está cada vez mais comum. Eu, particularmente, gosto muito de ficar assistindo as pessoas falarem no youtube. Os vlogueiros, ao meu ver, são uma espécie de cronistas, com a diferença de publicarem vídeos e não textos. São blogueiros, mas que ao invés de escreverem, falam. Já pensei em fazer um vlog, mas acho q n ia ser legal, n sei...na realidade até seria, mas eu tenho um pouco de vergonha de fazer isso agora, talvez daqui a alguns anos eu tente, só espero q n vire uma super modinha, porque quando viram modinha as coisas banalizam e perdem a graça. FOCO, então...neste fim de semana eu fui dar uma checada no canal no PC Siqueira (acredito q todos conheçam, pois o canal dele é um dos mais acessados e foi um dos primeiros vlogueiros brasileiros) e vi um vídeo do Debate MTV que reuniu várias outras pessoas que fazem a mesma coisa que o PC. Não digo exatamente a mesma coisa, mas que também têm canais no youtube. Alguns eu já conhecia e até acompanhava, por exemplo o Felipe Neto, mas acabei me deparando com gente q eu ainda n tinha visto, como a Gabriela. Gostei muito dos vídeos dela, bem no estilo aleatório, falando sobre coisas do cotidiano de uma formal legal e queria divulgar aqui:

http://www.youtube.com/watch?v=uB0c29kNrGk&p=1311F9D620C29F33&playnext=1&index=4

Bom, era isso, acho q os outros dois vlogueiros todo mundo já conhece, segue no twitter, acompanha o canal, então eu n vou colocar o link.
Beijocas, take care and see you later -or not

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Imbecis com internet acabando com o sentido das coisas.

Credo. Creeeeeedo. CREEEEEEEDO! Acabei de ver um blog, mas não era um blog comum. Acabei de ver o mais absurdamente estúpido da face da Terra. Eu já tinha visto muitos blogs sobre coisas noobs, coisas nada a ver, coisas idiotas, mas todos esses têm uma explicação lógica: um blog serve para escrever sobre qualquer assunto. Porém, vi um com o ÚNICO propósito de falar sobre o próprio dono. Agora você deve estar pensando: "ok, mas e daí? qual o problema disso?" O problema disso é que já existe 91823712893712837123871283971 páginas de redes sociais diferentes para toda a humanidade ficar falando sobre si mesma, postando fotos e dizendo o que gosta e o que não gosta, ou simplesmente fazendo um social com qualquer pessoa que te viu pelo menos uma vez na rua, ou até q nunca te viu. Um blog tem um propósito diferente, serve para manifestar opiniões, escrever sobre determinados assuntos, ler, postar sobre o que leu, sei lá, serve para qualquer coisa menos como coisas vulgo twitter, orkut, whatever. Recadinho: SE VOCÊ QUER POSTAR FOTINHOS SUAS E FICAR CONVERSANDO COM OS OUTROS, CRIA UM TWITTER, NÃO UM BLOG! Me irritei demais agora. Não consigo ver o porquê dessa criatura ter criado um blog. Talvez agora que ser nerd/cult/indie/underground virou modinha as pessoas pensam que acharão elas mais legais se tiverem algo do tipo. Bom, era isso. Besos!

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Não era feriado.

O soldado é a criatura mais miserável, mais desrespeitada, mais renegada do exército. Sim, pobres soldados, mas é verdade...Enfim, isso é um soldado, a criatura que faz parte da lanterna da cadeia hierárquica do exército. Dia 25 de agosto é o dia do soldado, aí vem à mente a seguinte conclusão: "bom, deve ser um dia sem muita importancia, anda acontece, como um dia do professor". ERRADO! Pois é, errado. O mundo resolveu parar no dia do soldado. Okay, não o mundo, mas as intituições militares, como o colégio militar, a policlínica, etc. Isso nunca aconteceu antes, nada nunca havia parado por causa do dia do soldado. As coisas geralmente param no Brasil nos feriados nacionais, jogos da copa, carnaval e...só, acho que é só. O dia do soldado pegou muitos de surpresa, muitos como eu, muitos como meu querido amigo Matheus (sim, buddy, te citei. haha); que programamos nossos dias e acabamos por saber de última hora que era "feriado".
Conclusão: os soldados já não são mais tão insignificantes assim.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Destino

Depois de muito tempo sem escrever, surgiu, como os americanos gostam de falar, "out of the blue", um assunto sobre o qual gostaria de postar: O destino. É um tanto assustador imaginar que "algo" ou "alguém" pode determinar o rumo da minha vida, dá uma sensação de que a liberdade é ridiculamente falsa e o livre-arbítrio uma brincadeira infatil, mas ao mesmo tempo dá uma certa segurança saber que tudo já está, de certa forma, programado, se o destino for mesmo real, claro. Pensando dessa forma, deparo-me com a seguinte questão: o que é melhor, ter a estabilidade de um futuro previamente programado, ou o poder de escolha que pode influenciar no que vai ocorrer? Talvez com a interferência constante do destino a vida fosse mais fácil, poderíamos culpá-lo por tudo, mas nunca poderíamos mudá-lo, mas sem ele parece que estamos simplesmente à toa, sem rumo, sem chão. Quem sabe haja um meio termo, um destino mutável e em constante aperfeiçoamento...quem sabe...

domingo, 19 de abril de 2009

Escolhas

Noooossa, enfim um feriado, tempo pra descansar, dar um tempo, ou fazer mais coisas interessantes do que normalmente.
Feriado, para mim, era sinônimo de descanso, até eu me dar conte de que eu acabo querendo fazer tanta coisa nesse espaço de tempo livre raramente existente, que eu acabo fazendo mais coisas do que deveria para ter aquele tão almejado descanso.
Hoje eu simplesmente me conformo com o fato de que mesmo eu cancelando tudo para ter descanso, não é esse o objetivo...Parece que quanto mais eu fujo de compromissos tantando delimitá-los ao máximo, mais deles aparecem...o problema é escolher qual é mais importante, escolher entre a responsabilidade e o lazer, escolher entre algo "necessário", que eu fiz necessário, e algo sem necessidade, mas prazeroso.... O problema é que o algo prazeroso também é necessário, mas não é possível fazer tudo por completo, com 100% da capacidade. O dom de fazer a escolha certa devia ser um dom de todos, mas não é. Fazer a escolha certa delimita nossas ações, mantendo-nos presos à uma idéia de responsabilidade vaga, que nos mantêm sempre alertas, confusos nas encruzilhadas em que nos metemos, tentando nos apontar a direção.
Escolher é viver

quarta-feira, 15 de abril de 2009

O estudo de um dia antes

So, here I am again....
Supostamente, era pra eu estar estudando química, mas aí surgiu um pensamento em minha cabeça: Por que estudamos????
Uma prova deveria ser uma avaliação de aprendizagem, ou seja, se eu aprendi realmente alguma coisa com a aula eu, consequentemente, irei bem. Porém, se eu não aprendi nada com a aula, eu, consequentemente, irei mal. O único problema de não ter aprendido nada com a aula (se for essa a situação) é que existe uma pequena coisa chamada reprovação, que é a repetição de um ano inteiro pelo fato de não ter aprendido nada ou o que dizem ser o "mínimo necessário".
A reprovação, ou melhor, o "não querer reprovar" é o grande estímulo que leva os alunos a estudarem um dia antes da prova. O estudo de um dia antes da prova faz com que o aluno decore tudo que é necessário para não reprovar, o que não é aprender.
É esmagadora a quantidade de alunos que passa estudando um dia antes, ou seja, a grande maioria de alunos passa de ano sem ter aprendido praticamente nada. Fica na memória apenas as coisas que cada um considera útil para sua vida cotidiana, ou que tenha alguma relação com a profissão que deseja seguir.
Os professores criticam o estudo de um dia antes da prova justamente por esse motivo, alegando que todos têm que estudar diariamente para aprender tudo o que é passado de matéria, inclusive as baboseiras inúteis que nunca mais veremos depois de prestar o vestibular. Então, enquanto eu ainda não presto o vestibular, vou decorando todas as baboseiras inúteis que servirão de meio selecionador entre eu e os outros milhões de candidatos que resolvem fazer uma faculdade.

Confiança

Confiança... algo que se conquista, que impõe responsabilidade e zelo. É
algo que os sentimentos dominam, não há um método que a crie, mas para
destruí-la qualquer um funciona. Quando ela não existe, parece que nada
o prende, que não há nada a perder, que toda e qualquer mentira é
absolutamente perdoável, mas quando ela existe, o medo de perde-la muitas vezes
é maior do que qualquer sentimento momentâneo em que possa se abrigar a mentira.

"Tem gente enganando a gente

Veja nossa vida como está

Mas eu sei que um dia a gente aprende

Se você quiser alguém em quem confiar

Confie em si mesmo"