segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Duas tardes quase perdidas na minha vida.

Olá, pessoas queridas! Nesse último final de semana (dias 04 e 05 de Dezembro), prestei vestibular para a PUCRS. Sim, personas, me prestei a prestar vestivular (hoho, piadiiiinha fail, ok). Well, well, foi uma experiência...digamos...interessante. Na verdade, acabei de completar o 2° ano do ensino médio, então essas provas não valeram absolutamente nada para mim, a não ser pela experiência. Enfim, minha opinião sobre os testes? Uma quase total perda de tempo. Sim! Exatamente isso! Okay, serei criticada arduamente depois dessa, mas tudo bem, eu aguento. Bem, vou explicar: Primeiramente, vamos definir qual é o objetivo de um vestibular. "Qual é?" Seu objetivo é realizar uma operação de corte, selecionar os alunos, avaliar sua capacidade. Até agora tranquilo? "Sim, não somos imbecis". Muito bem, muito bem. Agora, após essa esclarecedora conceituação, vamos à relação com a prova da PUCRS. O que me chamou a atenção quanto a prova da universidade foi o nível de complexidade das questões: ínfimo. Recordando, acabei de completar o 2° ano, não o 3°, e tive essa visão da prova. Antes que venham me trollar, prestem atenção no que escrevi: O NÍVEL DE COMPLEXIDADE ERA BAIXO. Ou seja, não necessitava-se de grande raciocínio lógico para resolver as questões. Não que eu seja aquele tipo de pessoa extremamente inteligente, não, nada disso, mas não é preciso ser dotado de um intelecto muito avançado para perceber que aquele teste não conseguiria "testar" efetivamente conhecimento e raciocínio algum. Agora perguntam-me "Mas por que o vestibular precisa ser tão difícil? Qual o problema com a prova ser fáicl?" Bem, como o objetivo do vestibular é, justamente, SELECIONAR, todos os problemas do mundo. Então, já que esse teste não seleciona absolutamente nada, por que a PUCRS não abre matrículas para os cursos sem ser necessária a realização da prova? Por que não para com essa perda de tempo e deixa os seus calouros ingressarem sem serem submetidos ao vestibular? Pague e faça a faculdade: isso seria melhor do que essa prova lamentável.
Heeeeeeey, people, por hoje é só. Agradeço por todas as visitas aqui no blog, continuem a ler, cuidem-se e até mais ;)
Aaah, acho que farei uma nova tag "contos". Estou gostando muito de escrever esse tipo de texto. O que vocês acham? podem deixar um comentário abaixo com a sua opinião sobre isso e sobre o texto. Kisses, kisses, kisses, see you!

Uma certa angústia



A pequena criatura fitava o tênue entardecer com os olhos já inundados por uma angustiante espera. Uma espera que o corroía e o amedrontava à medida que os segundos transformavam-se em minutos. As cores empalideciam-se, as sombras perdiam a forma e o sol baixava cada vez mais, até que o que se via era somente imagens escuras. Sabia que aquela floresta de sons e formas assombrosas era o seu destino, mas faiscava dentro de si a esperança de um caminho alternativo. Não, não havia qualquer outra alternativa.
Àquela altura do dia, qualquer ruído soava de maneira estrondosa e os gravetos caídos pelo chão relembravam-no disso a todo o instante. "Mais um pouco", mentia para si mesmo. "Somente mais uns poucos metros". Caminhava incessantemente, percorrendo cada centímetro sem esquecer do ruído infernal. Ah, aquele barulho ecoava, ressoava e permanecia deixando-o louco. O ser seguia seu caminho. O som não parava, tilintava em sua mente como pequenas agulhadas melódicas. A criatura sabia que aquilo seria a sua sina, mas prosseguia, não podia ficar onde estava. Permanecer ali seria um erro, devia caminhar e fazê-lo mais depressa. As árvores pareciam todas iguais em meio à escuridão mórbida que se fazia. O suor já lhe corria frio na lateral do pescoço. O ruído não para, não cessa, prossegue junto a ele, como se o seguisse. O suor evaporando já causava-lhe frio devido ao ar gélido daquela noite. "Mais um pouco, só mais um pouco", mentia novamente. Aquela brisa, antes gelada, tornava-se morna, cada vez mais morna e úmida. Sentiu-a próxima e definida. Sentiu-a próxima, definida e em seu pescoço. "Não, por favor não", pensava amedrontado. Sim, havia algo ali, certamente havia. "O que faço, será que devo me virar?", o medo já o consumia, a mistura de suor e frio o fazia ter calafrios. Àquela altura era difícil raciocinar direito: a angústia e o batimento cardíaco acelerado tiravam sua concentração. "Pode ser melhor prosseguir. Ou talvez seja melhor enfrentar o que quer que seja logo". As baforadas contínuas davam-no a sensação de que o tempo corria mais rápido e a espera o punha mais vulnerável. "Não há mais o que fazer, verei o que está aqui...", decidiu finalmente. 
Essa decisão poderia trazer um arrependimento profundo, ou um cândido alívio. Virou-se. De fato, não poderia existir arrependimento maior.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Meninas, NÃO É REAL!

Meeeeeeeimpolguei :D Pois é, xente, resolvi escrever mais hoje mesmo.

Estava eu, sentada na sala de espera do pronto atendimento médico do hospital Mãe de Deus Center (fui buscar a cura para a minha tosse incessante), quando vi que na televisão passava o filme da sessão da tarde. Surpreendentemente não era nada relacionado com "uma turminha do barulho" ou com "o cachorro que joga...".  A programação daquela tarde era um daqueles filmes do tipo comédia romântica feito para meninas, no qual tudo dá certo e a protagonista transforma o homem amado em uma pessoa completamente fiel e apaixonada. Isso me fez refletir sobre uma pseudo-conversa (pseudo porque foi por twitter) que tive justamente sobre a mania feminina de tentar mudar os homens. As mulheres, em geral, sempre reclamam dos homens por motivos de "cafajestagem" e os generalizam após uma desilusão.
Porém, uma das causas dessa situação é justamente a ideia passada pelo tipo de filme que citei. Esses passam às meninas a concepção do "sapo que vira príncipe". Neles as personagens femininas se apaixonam por homens/meninos "errados", com desvio de caráter, imaturos ou infiéis e mudam esse comportamento como que por um passe de mágica. Atenção, meninas: ISSO NÃO ACONTECE! É mentirinha, vocês não podem mudar a essência de uma pessoa. Ficar insistindo para mudar alguém só vai trazer a vocês sofrimento e decepções. O pior de tudo isso é que não existem apenas homens/meninos desse tipo. Porém, "O que as mulheres querem" (alusão à série, fuckers) é sentir-se importantes, ter a sensação de que elas fizeram a diferença, imaginar que são essenciais para essa pessoa. Claro que não há nada de errado em querer ser importante, mas essa não é a única forma de tornar-se especial para alguém. Repito: existem caras legais no mundo, basta olhar atentamente e romper com esse pensamento utópico. Essa idealização trazida pelos filmes "de menininhas" faz com que os caras legais, que têm princípios, caráter e cérebro (sim, cérebro é bem necessário. hehe) achem que há algo de errado com eles e que não vale a pena ser assim. As meninas, por outro lado, acham que os homens são todos cafajestes.
Yes, we have this problem :/
That's it, people. Apesar de estar fazendo uma crítica aos filmes "para meninas/mulheres", vi um muito bom que retrata um pouco dessa situação que falei e, mais importante, a critica. O nome do filme é "Ele não está tão afim de você". Tá, eu sei que esse título é meio condenável, mas não julguem o livro pela capa, é um bom filme. Acabooou, besos, hasta luego!

Pedido de desculpas seguido de televisão de novelas com pipoca.

I'M BAAAACK!
Gente, sei que essa é a segunda vez que eu falo isso, mas agora é sério. Gostaria, primeiramente, de pedir desculpa a todos que acompanham o blog pelo meu afastamento. Bem, não tenho uma explicação decente para dar, a verdade é que eu estava sem inspiração. Pois é, folks, estava em uma maré ruim. Tentei vir aqui e escrever algumas coisas. Tentei diversas vezes postar algo novo, mas tudo ficava ruim. Porém, acho que agora conseguirei voltar à ativa :)

Como havia prometido, escreverei uma nova série de posts cujo enfoque será a padronização da sociedade contemporânea.

Pode-se notar, nas pequenas situações do cotidiano, nas banalidades e trivialidades rotineiras, o quão padronizado está o comportamento das pessoas. Como eu citei em um post anterior, a viagem de formatura para Porto Seguro é um exemplo claro disso. Todos estão tão habituados a ter esse comportamento e, quando alguém manifesta uma opinião contrária à viagem, os demais acham super esquisito, quase uma anomalia. Agora, por que esse tipo de reação a certas "verdades" sociais está cada vez mais comum? Bem, provavelmente porque as pessoas estão, também, muito mais manipuláveis. Sim, exatamente, MANIPULÁVEIS. Isso pode ser facilmente observado através da frequência das ditas "modinhas". Pois é, José, as "modinhas" não são, nada mais, nada menos, do que o fruto de mentes manipuladas por determinado movimento, até que chegue outro e o anterior perca o seu espaço. Parece que essa onda está se tornando a marca do momento histórico atual. Assim como chegam de forma avassaladora, definham rapidamente e quase que por completo, deixando poucos adeptos que logo passarão para a onda seguinte. Como havia dito no post introdutório da série, a atual cultura de mosaico, ou seja, a cultura da retenção de conceitos atirados, em assimilação, é fundamental para que os seres humanos tornem-se suscetíveis à indução. Agora é o momento no qual eu sou clichê: A mídia tem grande participação nisso, sim! O importante é compreender que a mídia não é neutra e ela passa uma opinião o tempo todo, portanto, a supremacia midiática de certo grupo gera uma massificação da opinião pública. A televisão principalmente, mas os demais veículos de informação também, têm criado uma legião de zumbis que repetem frases desconexas, sem nem ao menos saber o porquê. Desde a invenção até o atual momento, as TVs vêm ganhando cada vez mais espaço na vida dos cidadãos. Sem nos darmos conta, ela já virou acessório indispensável dos lares do mundo. Os brasileiro passam, em média, 3 horas e meia em frente a ela. O grande problema disso é o material apresentado à população. Analisando agora em escala nacional, as novelas são o grande xodó dos brasileiros. Porém, o que temos de conteúdo aproveitável nesse tipo de programa? Quase nada. Além disso, as telenovelas têm condicionado a população a aspirar a uma realidade inexistente, onde todos são bonitos, ricos e bem-sucedidos. Ah, deixando claro que assim é no final da novela, mas, via de regra, todos os personagens ditos "bons" terminam desse forma e, claro, sem necessitar muito esforço. Além disso, esses programas definem a felicidade como "casar e ter um filho". Sim, o casamento e a maternidade/paternidade é o ápice da alegria de 90% dos personagens. Por que isso? Esse ideal é um dos que compõem o mosaico da mente do brasileiro. Para finalizar: NOVELA NÃO É REALIDADE, ok?

Esse foi o segundo post da série "comportamento padronizado". Como sempre digo: pensem sobre isso, reflitam e continuem lendo os meus posts que assim vocês me deixam feliz :)
Beijoquitas!

sábado, 6 de novembro de 2010

Ela tinha 6 anos.

O carpete no piso, as cores neutras da sala e a expressão calma e contemplativa da conselheira tutelar à sua frente: nada podia fazê-la sentir-se à vontade. A menina olhava fixa para a parte descascada da parede, sem querer encarar os olhos serenos de quem tentava ajudá-la. As escoriações e hematomas funcionavam como sinalizadores, lembretes do que estaria por vir caso contasse a verdade. Permanecia calada. Suas 6 primaveras não era suficientes para fazê-la entender a situação por completo. Sabia apenas uma coisa: mamãe e papai ficariam muito zangados se ela contasse...muito zangados mesmo...tão zangados que...

Essa poderia ser uma história real.





Obs.: Alusão à reportagem de ontem à noite do Jornal da Band sobre crianças vítimas de agressão...pelos próprios pais. Não quero colocar imagem nesse post, mas separei uma aqui

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Coisas que andei pensando.

Hello, pretty people! Hoje vou divagar mesmo, estejam preparados para idéias desconexas. Ah, não terá figura.

Divagação número 1: Vocês já se confundiram com alguma marca? Estava pensando sobre isso já faz um tempo...Todos sabem (espero) que quando uma empresa/marca é registrada seu nome não pode ser copiado. Okay, muito digno. Porém, há espertinhos que tentam confundir a população criando nomes MUITO parecidos ou até buscando certa semelhança no tipo de letra do logotipo, etc. Certo dia deparei-me com um local na Av. Venâncio Aires cujo nome era "Instituto Cervantes". Pensei: "Nossa, o Instituto Cervantes (famosa instituição de cultura espânica) tem outra sede em Porto Alegre?" Achei aquele ambiente meio estranho, pois era um local pequeno, com um aspecto um tanto poluído, mas tudo bem. O que me chamou a atenção foi que, pendurado no muro do local, estava um banner com preços promocionais de cursos de espanhol e de outras línguas por um preço bem acessível. Achei estranho. Sempre pensara que a mensalidade das aulas lá fossem bem mais caras que as do Yázigi (onde estudo espanhol). Curiosa com o fato, procurei na internet as duas sedes: a localizada na Venâncio e aquela cujo endereço é em uma travessa da Carlos Gomes, não lembro o nome agora. Entrei em alguns sites e vi um comentário dizendo mais ou menos o seguinte: "Isso é uma farsa! Esse não é o verdadeiro Instituto Cervantes. Fui lá achando que era e saí decepcionado." Depois de ler isso entendi tudo. Isso é indignante mesmo. Esse não é um caso isolado, portanto tenham cuidado com esse tipo de propaganda enganosa, folks, watch out!

Divagação número 2: Hoje alguns amigos meus da internet estavam sentindo-se solitários. Percebi que por mais que eu tentasse ajudá-los, não seria a mesma coisa que alguém próximo. Isso me deixou triste. Não poder fazer nada me deixou triste. Não estar perto deles também me deixou triste. Conheci tanta gente realmente legal com essa iniciativa do vlog, com o twitter, etc. "Conheci" tanta gente que eu queria conhecer de verdade. Será que um dia estaremos frente-a-frente? Não sei. Espero que sim, mas é apenas um desejo. Às vezes que eu me pego pensando à respeito...

Divagação número 3: Direitos e deveres estão muito difundidos. Todo mundo que é irritadinho e argumenta muito (mesmo sem razão) acha que deve cursar Direito. Todo adolescentezinho revoltado se acha com mais direitos do que qualquer um. PAREM COM ISSO! Se tem uma coisa que eu não estou suportando ultimamente são essas pessoas que falam muito em direitos e não pensam nos deveres. Que tal pensar nas dores de cabeça que você deu aos seus pais antes de exigir tanto deles? Que tal pensar na falta de atenção e comprometimento em classe antes de falar mal do professor? Que tal? Juntamente com essa questão vem o respeito. Respeito é difícil de ser encontrado hoje em dia. Não falo de submissão, são duas coisas diferentes. Quando duas pessoas possuem posições diferentes sobre determinado fato, elas podem expor suas ideias tranquilamente e debater sem se agredir. Entretanto, é comum o pensamento de que toda discussão é uma agressão, fazendo com que as pessoas achem normal perder o respeito. Também é importante dizer que respeito não consiste apenas em chamar ao outro por pronomes de tratamento, mas também preservar a tranquilidade, sem exaltações e tons de superioridade. Resumindo: FALAR NUMA BOA. Odeio quando vejo algum aluno falando para qualquer professor "O senhor, como professor, tinha a obrigação de..." Em primeiro lugar, você cumpre suas obrigações de aluno perfeitamente? Quem é você para dizer as obrigações de uma pessoa sem cumprir as suas? Além do mais, deve ser um momento de irritação extrema ouvir alguém com, possivelmente, metade da sua experiência lhe fazer exigências e cobranças. Talvez mais que metade da idade, whatever, vocês entenderem, folks.

This is it. Clichê serem três divagações, né? Bem, acontece, acontece...See you later, aligator! (cara, eu sou tosca, eu sei) Beijoquitas e continuem lendo!

domingo, 31 de outubro de 2010

NOVIDADE, NOVIDADE!

Olá, metamorfoses ambulantes! Andei um tanto afastada do blog porque estava lidando com outros projetos, entre eles, o vlog. Sim, criei um vlog! Bem, ele está no início, tem apenas 2 vídeos e é em conjunto com um amigo. A idéia é diferente da do blog, o público alvo também é, de certa forma, diferente, mas se vocês se interessarem este é o canal.
Entretanto, apesar de estar afastada, estou com um projeto diferente em mente para o blog. A ideia consiste em fazer uma série de textos sobre um assunto que tem chamado bastante a minha atenção: Comportamento Padronizado. 
A idéia de fazer uma série de posts advém da necessidade de abordar o assunto de uma maneira mais aprofundada sem que ele se torne massante. Logo, os textos serão independentes. Sim, tartarugas ninjas, vocês podem ler somente os que quiserem sem perda de conteúdo, porém, terão um entendimento maior se acompanharem todos. E por que comportamento padronizado? Well, well...a ideia surgiu das minhas divagações e observações cotidianas. Vocês já repararam como a sociedade atual tende a ter as mesmas reações, a ter os mesmos desejos e a pensar da mesma maneira? Andei pensando e lendo muito sobre isso.
Há alguns dias comprei uma revista chamada "Memória da Psicanálise" e me deparei com um texto de título "Na contramão da cultura de mosaico". O artigo trata da análise de uma nova ideologia do pensamento global como um acúmulo de informações sem nexo, que são apenas "atiradas" em nossa mente, constituindo um mosaico.
Bom, para não estragar os futuros post adiantando alguma coisa eu vou citar algumas frases do texto da revista que explicam um pouco o meu pensamento:
"O fundador do Instituto de Psicologia Social da Comunicação da Universidade e Estrasburgo, o engenheiro francês e doutor em física e filosofia Abraham Moles (1920-1922), no esforço de pensar a cultura de massa, mostra que estamos sendo levados a ter as mesmas reações. Tendemos, então, na visão de Moles, a uma cultura de mosaico, composta por pequenos pedaços colocados juntos sem nenhuma relação entre eles, registrados na mente do público pelos meios de comunicação de massa. Uma cultura que pode até ser muito ampla, mas se baseia na ausência ou recusa de um esforço para entender o que nos é apresentado como informação. Esse problema está diretamente relacionado com a transmissão, assimilação, e continuidade da produção do conhecimento e traz à tona a necessidade de que as coisas sejam mostradas em suas articulações para que possam ser entendidas."
Então é isso, leitores queridos! A partir de agora o blog terá um novo marcador: Comportamento Padronizado. Acompanhem, opinem, pensem à respeito e melhor, pensem por si próprios!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O inconveniente

"Sim, sou eu, senhor, o inconveniente. Sei que o envergonho, sei que envergonho seu País, sei que sou a razão de muito mal. Porque sou uma massa de manobra? Por que tenho 10 filhos sem poder sustentar? Por que vendo o meu voto? Por que não tenho cultura, não leio, não vou estudar? Sei que meu Bolsa família, Bolsa escola, Bolsa tudo vêm do seu imposto e o senhor não anda nada contente com isso. Sei que meus filhos marginalizados causarão muita dor de cabeça ao senhor, preocupado com a segurança de seus filhos que, hora ou outra, têm que passar perto da favela onde moro, com medo de que seus Ipods e tênis caros sejam roubados, eu sei. Desculpe-me pelos transtornos, por não eleger quem trará maior lucratividade à sua empresa, por arrastar os índices de desenvolvimento do País para a lama, por fazer com que o senhor prefira morar na europa à companhia de pessoas mais civilizadas, por ter minha entrada em uma faculdade facilitada pelas cotas. Perdão, sei que sou o inconveniente."

O inconveniente não tem nome, é o povo. Ele sofre de males que "o senhor" sequer imagina. O senhor o repele, o nega, o pune, o insulta e o julga, sem entender que ele é, em maior parte, fruto de um meio árduo. Para que o inconveniente sofra uma transformação, é necessário ajudá-lo em três pilares básicos para que ele tenha uma vida digna e próspera: Educação (escolas e acesso à cultura); Saúde (tratamento eficaz e otimizado) e Qualidade de Vida (poder de compra, transportes de qualidade, saneamento, etc). Assim, senhor, entenda que mudar a vida do inconveniente para melhor, é fazer o mesmo com a sua.

sábado, 23 de outubro de 2010

Sua cidade = sua casa

Olá! Bem, gente, esse post vai ser um pouquinho clichê, mas tive muita vontade de falar sobre isso: lixo nas ruas. É completamente indignante ver a quantidade de lixo que as pessoas jogam nas ruas. Não consigo compreender a mente de quem tem esse tipo de atitude. A questão não é só o colossal problema ambiental, mas a beleza da cidade em si. Não existe coisa mais feia e nojenta do que uma cidade emporcalhada de lixo. A situação toda piora quando chove. Parece que quando o tempo está assim, o lixo todo fica muito mais aparente. A questão disso tudo é: por que você suja a sua própria cidade? Não tem como entender uma coisa dessas! Você gosta quando a sua casa está uma completa sujeira? Não sentiria vergonha se viessa alguma visita e ela se encontrasse nesse estado? Pois bem, é assim que eu me sinto, com vergonha.
Bem, essa era a idéia, folks. Se você é uma dessas pessoas que tem o hábito de emporcalhar a cidade, pense bem. Ela é tão sua quanto de qualquer outro habitante, você está prejudicando a si mesmo quando age de tal forma. Beijoquita, me voy!

A mesma viagem de formatura de sempre

Hello, seres pensantes! Primeiramente, gostaria de agradecer a todos que têm lido e, principalmente, comentado! Valeeeeu meixxxmo xentibiniiiita. Ta, parei de ser imbecil, mas falando sério, é muito legal mesmo saber que tem gente acompanhando, gostando e comentando aqui. Muito obrigada! It means a lot to me :)
Okay, o assunto de hoje...hmm...o assunto de hoje vai fazer muita gente querer me bater. Eu devo ser meio masoquista, sempre falo sobre coisas que farão as pessoas quererem me bater, mas enfim...Viagem de formatura para Porto Seguro: Por quê? Eu realmente não entendo o porquê dessa viagem ser a frenesi de todos os estudantes do terceiro ano de quase todos colégios de Porto Alegre. Tudo bem que é a tão esperada formatura, a vida de todos os estudantes muda muito depois dela, as pessoas que antes se viam todo o dia poderão nunca mais ter tal contato. Entretanto, a viagem em si é um total desperdício de dinheiro. Todo mundo sabe que os estudantes só vão para PS por causa das festas e dos quartos de hotel (hmmmm). Sim, caro leitor, ninguém volta bronzeado de lá, ninguém vai à praia, ninguém conhece nada da cidade. O objetivo da viagem é claro: sexo, bebida e maconha. Não estou escrevendo, no momento, para criticar essa atitude, não, hoje não, mas a questão é: você precisa viajar milhares de quilômetros DE ÔNIBUS e pagar 3.000 reais por isso? Nada contra destruir todos os neurônios em ano de vestibular, não, claro que não, é uma titude muito inteligente essa, mas para quê viajar se é possível fazer tudo isso sem sair da sua ciadade?WHY?! Pensem bem, raciocinem. Ficando na sua cidade, no caso, Porto Alegre, pode-se ficar tão bêbado , pode-se ficar tão chapado (tá, talvez não tanto) e também pode-se fazer tanto sexo quanto todo mundo lá faz, just get a room! Porém, ninguém pensa nisso e a cidade de Porto Seguro vira o caos, completamente lotada. A massa de pessoas concentradas naquela área deve fazer a sensação térmica aumentar uns 20°C (não, eu nunca exagero.rs.) quando o calor já é infernal.
Além disso, porque todo mundo PRECISA ir? Nossa, quando alguém diz que não quer ir, que não gosta, as pessoas fazem uma cara de espanto como se tivessem acabado de ouvir uma coisa completamente bizarra. Agem como se fosse a maior e melhor experiência que você poderia ter na vida. Essa padrão de comportamento, essa necessidade de fazer essa viagem torna-se quase uma imposição. Todo ano, milhares de jovens vão para a Bahia nas férias de julho. Isso é TODO ano, a MESMA cidade...Ninguém tem vontade de ir pra algum outro lugar? Todos têm que fazer a viagem que as gerações anteriores fizeram? As pessoas, simplesmente, seguem essa rotina anual, sem se preocuparem muito com o que a viagem tem para oferecer. Isso tudo faz com que as empresas que levam os jovens fiquem em uma posição extremamente cômoda. Afinal, todo mundo fechará o contrato mesmo, ninguém questiona o custo-benefício do pacote.
Outra coisa que me deixa extremamente intrigada é o porquê de serem justamente nas férias de julho as datas de saída. Você que vai para PS, me responda, por quê? "Ah, é para dar uma relaxada no meio do ano, sabe." muitos argumentam. Porém, relaxar não é o objetivo. Todas as pessoas que foram para lá voltaram três vezes mais cansados do que antes e, no surprise, vestibular logo mais. Não seria bem melhor fazer uma viagem como essa depois do vestibular? Imagine, depois que passasse toda a tensão, todo o nervosismo, toda a ansiedade, fazer uma viagem com os amigos para comemorar a aprovação ou esquecer um pouco o resultado (é, acontece) seria muito melhor.
Enfim, já falei demais, pra variar o post ficou longo, mas é isso aí pessoal. Beijocas everybody e digam o que vocês pensam sobe isso logo abaixo. Thanks!

domingo, 17 de outubro de 2010

Sanguessuga moribunda

Oi, gente legal que lê o que eu escrevo! Bem, esse post será uma história, uma história real. Comentarei após.

 Estavam eles, os alunos, sentados em seus banquinhos ao redor das grandes mesas retangulares do laboratório de biologia. Os sujos potes de vidro expostos em prateleiras empoeiradas continham criaturas e partes de criaturas devidamente conservadas. A aula era sobre anelídeos. O professor chamou a atenção da turma sobre a sanguessuga que havia em um dos potes de vidro.
"Trouxe-a já faz um tempo e ela ainda não se alimentou. Voluntários?"
Todos permanecem em silêncio, a não ser pelas piadinhas esparsas e risos sobre o assunto. O professor tenta novamente:
"Não acontece nada de mais, não transmite doença. Ela suga um pouco de sangue só, essa é pequenininha, gente."
Silêncio novamente, até que alguém se manifesta:
"Tudo bem, eu vou."
Um dos meninos toma a iniciativa, porém, o animal ronda seu dedo totalmente imerso no pote com água e nada faz.
"Não foi dessa vez." diz o professor, tristemente. "Mais alguém se candidata?"
A menina se candidatou, um tanto quanto forçada pelos colegas, mas foi. Entretanto, o pequeno anelídio não sugava nem uma gota de seu sangue, apesar de ter tentado fixar-se. O animal procurava um canto ideal, talvez uma pele bem fina para que a força que lhe restara fosse suficiente para perfurar-lhe a carne.
Nada funcionou. A sanguessuga permacia moribunda e, certamente, no breve caminho da morte.

Ela era um pouco menor que essa em comprimento e espessura.
Essa história é real. A menina sou eu e a sanguessuga não quis o meu dedo, me senti rejeitada e chorei por 3 dias. :( Ta, eu me senti rejeitada, mas não chorei não. O pobre animalzinho talvez não estivesse mais com forças para perfurar a minha pele. Ou talvez não. Não sei o que houve com ele, mas fiquei triste pela vida que não consegui salvar. Isso foi bem interessante, muito interessante...reflitam!

sábado, 16 de outubro de 2010

Sobre a velha opinião formada sobre...compromisso.

Perderei followers no twitter por isso, perhaps.

Olá, psiques reunidas em corpos! Meus últimos posts foram deprimentes e confusos porque eu estava deprimida e confusa, mas não estou mais assim, portanto, esse será diferente.
Já faz um bom tempo que eu reflito sobre os compromissos no sentido de relacionamentos amorosos entre as pessoas. Todos que eu conheço pensam que um relacionamento deve conter fidelidade, que isso é algo intrínseco ao compromisso assumido. Bem, não sei se é bem por aí. Na verdade, o meu pensamento sobre o fato é baseado em duas contradições muito grandes, que eu explicarei a seguir:
Contradição nº 1: Quando uma pessoa A ama uma pessoa B e o mesmo ocorre na ordem inversa, nem A pertence a B, nem B pertence a A. Podemos pensar nessa realidade transpondo para o universo das amizades, pois também trata-se de um tipo de relação afetiva, como o namoro e sendo assim, ser amigo de alguém não te dá o direito de possuir o outro. Relações de posse são impossíveis entre os seres humanos, tendo em vista que todos são livres por direito e natureza.
Contradição nº 2: Apesar de todos sermos livres e, portanto, não pertencermos a ninguém, se realmente amamos a quem estamos compromissados, porque iríamos procurar outro alguém?
Bem, definidas as duas bases do meu pensamentos, é hora de refletir. Como foi bem explícito na contradição nº 1, a concepção de "traição" estaria um tanto quanto errada. Imagine que você esteja namorando (se está, okay, n precisa imaginar) e descobre que o seu namorado/a o traiu. Praticamente TODAS as pessoas do mundo iriam condenar no namorado/a. Entretando, pense que ele ou ela ama seu "cônjuge", mas em um momento de impulsividade e certa necessidade carnal, traiu. Isso está assim tão errado? Se ninguém pertence a ninguém, porque devemos em situações como essa? In fact, penso que todo o estigma do ato de infidelidade tem a ver com a possibilidade da pessoa que foi infiel apaixonar-se por outro, e não pela ocorrência da traição em si. O namoro e o casamento são vistos como contratos de esclusividade, mas os seres humanos não são exclusivos.
Porém, se alguém está efetivamente feliz com o seu parceiro, por que sentiria a necessidade de trair? Bem, apesar da quase unânime revolta das mulheres, está comprovado que os homens traem mais, por diversos fatores. Sendo assim, não seria a questão genética e biológica um fator para a traição? Bem plausível.
Talvez toda essa questão seja mais um dogma imposto pela religião, não sei, difícil chegar a uma conclusão sobre isso. O mais importante é que pessoas traídas reflitam além do fato antes de romper um relacionamento. A pergunta a ser feita é: Ele/ela realmente me ama e isso tudo não passou de uma coisa banal? É precido enxergar além dos ciúmes. Relacionamentos falidos não o são por causa de alguma infidelidade, mas são infiéis porque já não satisfazem mais. Claro que nem toda traição decorre de um relacionamento ruim. Como disse anteriormente, existe também a questão biológica e até social. Todos nós cansamos das pessoas. Estar sempre com os mesmos é enjoativo, mudar de ares é necessário. Então, talvez a infidelidade moderada possa até salvar um relacionamento. Agora, a traição frenética e compulsiva demonstra que a relação não está satisfazendo em quase nada os cônjuges. Nesse caso há um problema.
Nossa, escrevi bastante hoje. Talvez eu faça mais posts sobre essa questão à medida que for descobrindo e pensando coisas novas, mas à princípio é isso. Beijocas, tartarugas ninjas, o mestre Splinter fica por aqui.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Venting away: a arte de cuspir palavras.

Maybe it is just what it is. Perhaps there is no other meaning. I see something so vague, so far away, so deep and at the same time soo shallow, meaningless...I know for sure the mess I'm doing with the words right now, but I'm doing a mess because that's the way I am right now. Can't lie, no, no, no, no, can't lie anymore, don't know why. The transformation was so deep I don't know...it is difficult to say if the new was the old. The flamed lake just shows, yes, it shows. But what can it really shows? It doesn't matter. We are all changing at this very second, minute, hour, week, month, year... We are never the same. So, how can we trust? How can you trust somebody you won't reconize tomorrow? I don't know, you don't know, we don't know...just go, they will say to you. Just take it easy and go. I want to go. I want to go to somewhere new, to some place I've never been before, to a crowded city, to a huge park, to an amazing concert. I just want to go and be me, but who am I? I want to discover who am I. Nothing makes sense until I do that. One thing I idcovered for real, I can't spend too much time in the same place.

Never keep your head down

There was a little boy, just like me, just like you. He was crossing a crowded street. The amount of people was so unbearable, so hard to deal with, but the little boy needed to cross it. However, when he got there he realised his bag wasn't with him anymore.
The only thing in his mind was his mother yelling at him. His school supplies were really expensive for them. The boy started crying on the avenue, didn't know what to do. At this moment an old man lowered to get closer and asked what happened. The kid told him, inconsolable. The man sad "never keep your head down, my kid" and gave his back to the boy and walked away.
The child didn't understand the man, why did he do that? What did he mean? He looked high and  above a small windbreak was his bag with some extra money.

Pequena reflexão sobre a felicidade

Fiquei frustrada com o meu último post e resolvi escrever mais.

Esses dias eu estava falando com um amigo meu sobre a felicidade. Nós dois estávamos meio tristes assim e começamos a pensar em coisas que poderiam nos fazer felizes...Bem, eu fiquei refletindo...e refletindo..até que cheguei à conclusão de que seria realmente super duper wikid se todo ano, ou todo mês, sl, toda e qualquer pessoa do planeta tivesse absolutamente tudo o que sempre desejou, mas somente por um dia. Porém, não sei se isso trazia mais felicidade ou infelicidade. Imagine que você vive sob essas circunstâncias. Certamente esses tais dias D seriam os mais esperados e os outros não teriam muita importância. Uma vida inteira seria jogada fora. Além do mais, a nostalgia do pós-dia D seria tão grande, tão imensa que poderia trazer até a infelicidade profunda. Seriam milhões de dias infelizes e alguns dias de suprema felicidade. Prefiro como está agora.

Anãs marrons não tomam as dores.

Olá, pessoas! Vou começar o post sendo sincera, aí vai: não tô afim de escrever hoje. Hmm, então a pergunta q surge é a seguinte: Por que você está escrevendo então? Olha, na verdade porque eu não tenho nada mais para fazer e sei que em algum outro momento eu terei que postar, logo...Bem, na verdade eu tinha milhões de coisas para fazer, mas usei muito mal o meu tempo livre neste feriado e não fiz absolutamente NADA de útil. A única coisa mais ou menos útil que fiz foi ler uma revistar sobre o universo que falava sobre as anãs marrons. As anãs marrons são estrelas mal-sucedidas. Elas não conseguiram adquirir massa suficiente para, então, obter uma pressão suficiente para, por fim, ter a termperatura necessária para ser uma estrela e brilhar. Okay, Júlia, shut up.
Bem, vou falar sobre "tomar as dores". Estava, na véspera do dia das crianças, em uma praça com os meus amigos e a gente começou a falar sobre isso. Imagine que você tem 2 amigos. Imaginou? Ok, agora, os dois brigam por um motivo mto pessoal: um deles roubou a namorada do outro. Parando para pensar, você n tem absolutamente nada a ver com o fato. Seu amigo continua igual nas atitudes, mas...mas...MAS... você toma um partido, escolhe uma posição e, sem notar muito bem, participa da briga. É certo isso? Eu, por experiência própria, vejo como uma atitude totalmente errada. Imagine o amigo que teve a ação ruim, como ele se sente? Pode ser que ele tenha cometido um erro, mas cabe a ele reconhecer isso e se arrepender, mas vendo as pessoas se pondo contra, tudo fica muito mais difícil. Claro que se a pessoa errou é natural que ela pague algo por isso, mas, muitas vezes, o fato de terem outros manifestando-se contra ela, fazem-na ficar acuada. Pessoas acuadas tendem a permanecer na situação vigente por mais tempo, ou seja, demoram para ir resolver a situação. Na minha opinião, essas situações exigem muita sensibilidade, sabe. Não é uma ação dessas de "tomar as dores" que vai adiantar, mas sim uma conversa franca, com realmente o objetivo de resolver a situação. Fora que se você é o tipo da pessoa que toma partido, no fim pode acabar sozinho quando "as partes" fazem as pazes. Bad, bad stuff, boss :/

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

As always

"I find it kind of funny, I find it kind of sad. The dreams in which I'm dying are the best I've ever had."
                                                                                 - Gary Jules, Mad World


Looking up all these memories,
I can see no glories,
The cloudy sky can't lie to me,
I have been rasing the stories,
They have been drying the tories.

Complaining about your bad luck,
The time is passing,
The words are messing,
We just can't do it, we just can't buck.

Clowns and tricks no more make me laughing,
They are now traping,
They are arresting, they are arresting me.

And it depends on no one, no one but...
But no surprising,
I am fading,
I am escaping.




domingo, 3 de outubro de 2010

Esse é sobre kzuka, socialites e posers ou seja, tudo a mesma coisa.

Olá, gente!
Hoje eu fui ao parque Redenção, para quem n conhece é um dos mais famosos parques de Porto Alegre. Meu plano era ir lá, levar um violão e ficar tocando e viajando com os friends. Bem, quando cheguei vi um pessoal com umas camisetas cinzas e roxas falando com as pessoas e fui ver o q era aquilo tudo. Chegando lá, me explicaram que era um projeto chamado redençãocc e que eles estavam organizando um mutirão de limpeza para recolher os panfletos e demais propagandas eleitorais. Eu e meus amigos resolvemos ajudar, afinal, se a gente fizesse isso, ganhava uma camiseta :) Tá, brincadeira, né, n foi só por isso. Nós realmente curtimos a idéia e ver a cidade suja daquele jeito estava me irritando...MUITO! Ok, chegou a hora do mutirão e todo mundo se reuniu e biriri e tudo bem, até que... ATÉ QUE....ATÉÉÉÉÉ QUEEEEE...eu vi duas meninas kzukets(quem aparece em todas as edições da revista kzuka) de merda (desculpa). Sim, duas gurias q estudam no farroupilham q aparecem em todas as kzukas (revista imbecil feita para adolescente na qual aparecem fotos dos filhos dos ricos) já publicadas junto com um outro guri q também aparece em todas as kzukas do mundo. Sim, eles estavam "participando" do negócio. Aaaaaarg, to com tanta raiva q eu nem consigo escrever direito.... TA, OK. Eles estavam lá e quando a imprensa chegou TODOS os fotógrafos começaram a tirar fotinhos deles e do IMBECIL do Pi Angers (aquele repórter da Kzuka que faz piadinhas sem-graça e acha q tem 15 anos, apesar de ter 30). Bem, eu vi eles e já comecei a ficar muito irritada, mas o pior veio depois... Eles já estavam, estranhamente, na Redenção, aliás, eu aposto q foi a primeira vez q eles foram na ali. Aqui em Porto os riquinhos filhinhos de papai só vão na encol, o resto vai nos outros parques. Enfim, eles já estavam "invadindo" o local das pessoas não-ricas e não-kazukets e, não se contentando só com isso, tiveram a atitude mais ridícula do universo. Eles, ao invés de, pelo menos, ajudar a limpar a rua, ficaram literalmente DESFILANDO no meio da avenida enquanto TODAS AS OUTRAS PESSOAS limpavam. Eles ficaram desfilando mesmo, gente, eu n to brincando! Eles desfilavam e os fotógrafos da kzuka  filmavam e tiravam fotos deles. Eu tive vontade de atirar uma pedra neles, sério. Eu queria muito ter feito isso, mas podiam ter me prendido e tal, sl... Beeeeem, mas o q mais me revolta é q a iniciativa da redençãocc foi extremamente digna e legal, sabe...Por que essas pessoas tem q ir dar a pagada delas e estragar uma coisa assim?? Eu tenho certeza, mas certeza meeeesmo, q na próxima kzuka vai ter uma reportagem inteira sobre essas duas gurias e mais o guri com fotos deles segurando vassouras, dizendo como eles são pessoas responsáveis e participaram da limpeza da redenção. O q é tudo mentira, óbvio, e todos os adolescente que leem aquela porra (desculpa) vão achar eles o máximo por isso!
Apesar de tudo isso, que me revoltou horrores, eu quero gente, de coração, q vcs vejam o site da iniciativa q está aqui e reflitam sobre isso. Poxa, nós devemos cuidar do nosso patrimônio, da nossa cidade! Se cada um deixar de jogar lixo na rua e recolher o ver atirado ao chão, já está fazendo parte de uma atitude transformadora tanto na educação do povo brasileiro, que é mundialmente conhecida por sua ausência, e no futuro do nosso país. :D
ps.: Pense nisso! e olha eu: http://www.flickr.com/photos/redencaocc/5049180722/

terça-feira, 28 de setembro de 2010

É polêmico.


Well, people, estava assistindo agora ao vídeo do PC Siqueira no qual ele também falava sobre o preconceito com gays e coisaetal. Beeem, já faz um tempo que eu me irrito profundamente quando as pessoas dizem que se sentem "ofendidas" se há casais de gays na rua que, efetivamente, demonstrem que são um casal: andem de mãos dadas, se beijem, etc. Eu acho isso uma puta hipocrisia. Desculpe o palavrão, não gosto mesmo de escrever palavrões, acho estranho, mas agora n tive como evitar. Se você pensa como essas pessoas, preste bem atenção nesse post.

Casais heterossexuais estão O TEMPO TODO se agarrando nas ruas. Não digo só "se agarrando", mas de mãos dadas e outras coisas que as pessoas em volta podem perceber claramente que eles são um casal. Nada de errado com isso, claro que não, estou só comentando o fato. Ah, só os que se agarram mesmo que eu acho ridídulo. Para quem fica se amassando na parada de ônibus, no meio do parque, no banco do shopping, em sala de espera de consultório médico (sim, tem gente q faz isso), um conselho: Go get a room!

Okay, após feita a observação, às explicações: Se os casais heterosexuais tem o direito de demonstrarem que são um casal, qual o problema dos gays terem esse direito também? Se você concorda que não há problema em um casal hetero se beijar em público é de um pensamento extremamente hipócrita não conceder aos homossexuais a mesma aceitação. Não concordar que homossexuais se beijem em público é também não concordar que heterossexuais façam o mesmo, não é possível discordar de um e concordar com o outro, ou vice-versa.

Todos dizem que religião não se discute, é uma questão de crença. Também deveria se assim com a opção sexual, é uma questão de gosto. Então, se você não é gay, não tem porquê ficar ofendido ao ver alguém que é, mesmo que não concorde com a opção da pessoa. Concordar ou discordar é uma opção sua, mas respeitar é um dever.

Agora, só fazendo uma observação, como eu já disse antes, casais que ficam naqueeeele amasso em ambientes públicos são ridículos, independente da opção sexual. Again: Go get a room!

Bom, gente, era isso aí que eu queria dizer. Beijocas e até a próxima!

sábado, 25 de setembro de 2010

A Sonnet





It's a marvelous place to go,


maybe perfect for a scape,


sweet like the sirens' voices,


untouchable to fade.




The amusement is lightening on her eyes,


covered by starry sky,


submerged in the warm summer breeze,


being melted, stirred leaves.




Rushless time, bitterless flavour,


whole feathered hall,


harmonized tangerine smell




An hour, a minute or a second?


no one knows nor says nor cares


suspended deep fresh air.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Sobre ônibus para cadeirantes com duas portas.


Ônibus com apenas duas portas, sendo que uma delas possibilita a entrada de cadeirantes, na verdade, opera sob a premissa de que nenhum cadeirante vai efetivamente pegar aquele ônibus. "Ãh? Por quê?" Well, let's explain: Hoje, quando estava voltando para minha linda casinha, peguei um ônibus do tipo descrito acima, que não estava lotado, mas também não estava vazio. Se você anda nesse tipo de transporte público, deve saber que a primeira porta do veículo, antes da roleta, serve para embarque (à excessão das poucas pessoas que sentam antes da roleta nos acentos preferenciais) e a porta localizada após à roleta (ou as portas, depende do ônibus) serve para desembarque, e é geralmente nessa segunda aonde é implantado o degrau rebaixável para o acesso a cadeirantes. Agora imagine, se um cadeirante resolve pegar o ônibus, ele deverá utilizar a segunda porta. Entretanto, quando há apenas uma porta para desembarque (duas no total do ônibus), todos os passageiros que iriam descer terão que esperar. O degrau rebaixável já demora milênios naturalmente, agora se os passageiros também tiverem que esperar e descer só depois que o cadeirante subir no ônibus, o processo inteiro atrasará muito mais. Utilizando a lógica da logística (nossa, lógica da logística, q estranho :S) dos ônibus, eles não devem e não são idealizados para atrasos. Existe um cronograma a ser seguido no qual há horários específicos para que os mesmos passem em cada parada. Se a entrada de uma pessoa portadora de cadeira de rodas gera todo esse atraso, pode-se supor que, na idealização do ônibus, nunca entraria ninguém com tais necessidade, o que está completamente errado. Tudo isso poderia ser evitado, ou melhor, minimizado se todos os ônibus tivesse três portas: duas para desembarque, nas quais uma seria para a entrada de cadeirantes também, e uma para embarque. Claro que a geringonça demora muito para subir e descer, o que atrasaria o cronograma do mesmo jeito, mas os efeitos seriam minimizados. Bom, o "elevador" do veículo deveria ter um sistema mais eficiente que diminuísse o tempo de funcionamento e integrar um sistema de três portas. Prontofaleieraisso.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Clothes for sale.


Hello, people!
Provas começando, muitas coisas para estudar....então resolvi fazer um update aqui no blog antes q eu morra por...hm...duas semanas.
Hoje foi um dia completamente desmotivante até agora pouco. Acho q eram umas 22:00, quando eu tive um ideia simplesmente sensacional! Bom, vou começar explicando de onde partiu minha ideia, primeiramente, analisando sob quê condições eu a tive.
Meu pai foi para Caxias (onde moram meus avós) visitar os pais dele e meus avós, eu fiquei aqui na ciadade grande (Porto Alegre, onde eu moro) estudando. Quando ele voltou descobri que ganhei 150 reais da vovó (uau, fiquei surpresa também, fazia um bom tempo q ela n me mandava money) e, logicamente, fiquei bem contente. Depois disso comecei a pensar nas coisas q eu podia fazer com o meu "recém-ganhado-dinheiro" e cheguei à conclusão de que eu não posso fazer assim tanta coisa com 150 reais...pensei em aplicar o diheiro, mas ia demorar muito tempo para render a juros de 0, 0000000000000000001 % q os bancos oferecem. Aliás, isso é uma ÓTIMA questão! Ao oferecer empréstimos os bancos combram 189237128371283972138172 % de juros, ao oferecer aplicações os mesmos impõem juros são mínimos... Mas enfim, fiquei pensando em como aumentar o dinheiro q eu tinha recebido e pensei em ir juntando os trocos que eu ganho durante a semana, mas também não é muita coisa...foi aí que eu tive uma excelente ideia! Tem muita roupa que eu não uso mais e eu nunca sei o que fazer com ela. Frequentemente minha mãe dá essas roupas que se acumulam anualmente para a minha prima, mas eu tenho certeza de que ela n usa, logo, pensei em vender as minhas roupas. Eu já tive essa ideia anteriormente, mas não sabia para quem vender e no fim a roupa ficava comigo, até q hoje me passou pela cabeça vender para algum brechó! Isso pode ser a coisa mais idiota do mundo para muita gente, mas me deixou extremamente feliz, pois eu consegui resolver dois problemas que me incomodam muito: falta de dinheiro e roupa inútil se acumulando no armário.
Well, hoje é feriado e 23:35 da noite, então eu vou ligar amanhã para os telefones de alguns brechós que eu pesquisei e ver se eles estão interessados em comprar minhas roupitchas, que por sinal estão em ótimo estado. Caso você se interesse por elas eu estou aberta a negociações, meu number é (51) 81719617 e você pode deixar um recadinho aqui nos coments do post. 128321832183728372893173 beijoquitas.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Me being boring and bad mouthing stuff.

Oi, folks! Nossa, eu estou realmente muito efetiva agora... bem, semana q vem é semana de provas então é bom eu estar mesmo nessa semana. hehe. Efetiva para os fantasmas q eu seeeei q acompanham o meu blog, okay, n sou louca, n escrevo para o nada -q. Ta, escrevo sim e eu estou ficando chata com essa história, parei.
Beeeem, let's speak in english to tell you today's story. Today I called a friend of mine and she was kind of angry with me because another friend told her that I did something she thought it was not nice to another friend of mine, that she didn't even know. First of all I felt bad, like when you are a kid and you say a bad word, and after that people look you with a angry face. After I thought : "what a hell...what a hell she has to do about it?" Why people have this necessity to judge others? I know what I did wasn't nice and I've already solved the situation, but I really hate when people start to behave like they were my mother. If you do not know, already have a mother, thanks. You know what, this situation really stressed me out on the weekend, but I had already apologized. That's why a prefer boy friends. They never do things like that. Girls are fucking idiots. So.... I was upset actually because girls are bad mouthing me now...In fact I care about it, but I have nothing more to do, fuck them, I will study now and be verry rich in the future and after that they will bad mouth me even more, but I will have my money to spend. hehe. Awesome plan, I'm fucking brilliant. XOXO

Vlogs

Não me segurei, depois de escrever o último post, estava com muita vontade de escrever mais um, então lá vai.
Vlogs. Os vlogs estão dominando o mundo. Okay, não sei se o mundo, mas no Brasil a prática está cada vez mais comum. Eu, particularmente, gosto muito de ficar assistindo as pessoas falarem no youtube. Os vlogueiros, ao meu ver, são uma espécie de cronistas, com a diferença de publicarem vídeos e não textos. São blogueiros, mas que ao invés de escreverem, falam. Já pensei em fazer um vlog, mas acho q n ia ser legal, n sei...na realidade até seria, mas eu tenho um pouco de vergonha de fazer isso agora, talvez daqui a alguns anos eu tente, só espero q n vire uma super modinha, porque quando viram modinha as coisas banalizam e perdem a graça. FOCO, então...neste fim de semana eu fui dar uma checada no canal no PC Siqueira (acredito q todos conheçam, pois o canal dele é um dos mais acessados e foi um dos primeiros vlogueiros brasileiros) e vi um vídeo do Debate MTV que reuniu várias outras pessoas que fazem a mesma coisa que o PC. Não digo exatamente a mesma coisa, mas que também têm canais no youtube. Alguns eu já conhecia e até acompanhava, por exemplo o Felipe Neto, mas acabei me deparando com gente q eu ainda n tinha visto, como a Gabriela. Gostei muito dos vídeos dela, bem no estilo aleatório, falando sobre coisas do cotidiano de uma formal legal e queria divulgar aqui:

http://www.youtube.com/watch?v=uB0c29kNrGk&p=1311F9D620C29F33&playnext=1&index=4

Bom, era isso, acho q os outros dois vlogueiros todo mundo já conhece, segue no twitter, acompanha o canal, então eu n vou colocar o link.
Beijocas, take care and see you later -or not

domingo, 12 de setembro de 2010

Setembro dos acontecimentos e desculpas

Faz um tempinho q eu n posto nada para vocês, leitores imaginários, porque...porque eu ando realmente ocupada, pronto, é isso. Tinha uma leitura obrigatória para terminar, umas coisas para estudar, uns lugares para ir e realmente n deu para postar nada.
BOM, estava eu lendo algumas coisas na internet, quando descobri que a constituição turca foi promulgada no dia 12 de setembro...comecei a pensar...MUITAS coisas aconteceram em setembro! O Brasil se tornou pseudo-independente no dia 7 de setembro, as torres gêmeas caíram no dia 11, a Coréia do Norte se torna independente no dia 9, John Lennon lança Imagine também no dia 9, são achados os destroços do Titanic em 1º de setembro e o jornal nacional entrou no ar pela primeira vez também nesse dia, o fim da II Guerra Mundial é estabelecido em um acordo dia 2 ... bem, n vou ficar listando TUDO que aconteceu em setembro porque essa lista seria extraordinariamente grande, então...Mas por esses exemplos já é possível perceber que os fatos mais importantes da humanidade aconteceram em setembro (quase todos). Isso é curiso...setembro é o mês e é isso aí. Best regards pessoas que talvez me acompanhem. Se alguém le o q eu escrevo poste...sério, COMENTE. Até!

domingo, 5 de setembro de 2010

Status de msn

Ninguém entende a função do status do msn. Tá ok, tem pessoas que entendem, mas muito poucas comparado à esmagadora maioria de pessoas que não entende.
Entrar no msn apenas para enviar alguma arquivo, ou falar só com alguém algum assunto urgente (ou n. hehe), enfim, esse tipo de coisa, torna-se simplesmente IMPOSSÍVEL! Entrei hoje como ausente porque tinha que fazer um trabalho em grupo e não consegui, simplesmente n consegui fazer o q eu tinha pra fazer pq ficavam subindo janelhinhas piscantes laranjas e não tem como ignorar coisas que piscam, não tem mesmo. Resolvi falar com as pessoas, n é legal ignorar os outros, e entrei outra hora agora com o status "tabalho, não". Não adiantou nada, vieram janelhinhas piscantes de novo. Em outra ocasião coloquei "NAO, PORRA". Não adiantou igual! Pronto, acabou, era isso o q eu tinha a dizer.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Imbecis com internet acabando com o sentido das coisas.

Credo. Creeeeeedo. CREEEEEEEDO! Acabei de ver um blog, mas não era um blog comum. Acabei de ver o mais absurdamente estúpido da face da Terra. Eu já tinha visto muitos blogs sobre coisas noobs, coisas nada a ver, coisas idiotas, mas todos esses têm uma explicação lógica: um blog serve para escrever sobre qualquer assunto. Porém, vi um com o ÚNICO propósito de falar sobre o próprio dono. Agora você deve estar pensando: "ok, mas e daí? qual o problema disso?" O problema disso é que já existe 91823712893712837123871283971 páginas de redes sociais diferentes para toda a humanidade ficar falando sobre si mesma, postando fotos e dizendo o que gosta e o que não gosta, ou simplesmente fazendo um social com qualquer pessoa que te viu pelo menos uma vez na rua, ou até q nunca te viu. Um blog tem um propósito diferente, serve para manifestar opiniões, escrever sobre determinados assuntos, ler, postar sobre o que leu, sei lá, serve para qualquer coisa menos como coisas vulgo twitter, orkut, whatever. Recadinho: SE VOCÊ QUER POSTAR FOTINHOS SUAS E FICAR CONVERSANDO COM OS OUTROS, CRIA UM TWITTER, NÃO UM BLOG! Me irritei demais agora. Não consigo ver o porquê dessa criatura ter criado um blog. Talvez agora que ser nerd/cult/indie/underground virou modinha as pessoas pensam que acharão elas mais legais se tiverem algo do tipo. Bom, era isso. Besos!

sábado, 28 de agosto de 2010

Novo conceito de reality show.


Eu estava lendo, aqui na internet mesmo,umas notícias no site bbc e me deparei com uma chamada mais ou menos assim: "Cinco dos chilenos presos na mina apresentam sinais de depressão" ou algo do tipo, mas essa era a idéia.
Algumas vezes eu tenho a impressão de que os transmissores de informação, vulgo mídia (n queria usar o termo mídia pra n ficar aquela coisa do tipo mega clichê, mas quando eu comecei a escrever o post vi que era impossível) acham que podem fazer uma espécie de "reality show" com algumas notícias. Esse foi o caso de Isabela Nardoni, do recente caso do goleiro Bruno e , agora, o caso dos chilenos que sobreviveram ao desabamento de parte da mina em que trabalhavam.
A matéria da bbc trata de uma análise feita por psicólogos de um vídeo feito pelos mineiros e enfatiza o fato de 5 deles estarem mais deslocados, comerem pouco, etc. Ok, o caso é interessante, é diferente, mas ninguém precisa saber de 5 em 5 min o que acontece naquela mina! O choque foi aquelas pessoas terem sobrevivido ao desabamento. Legal publicar nos jornais (e necessário também, claro), colocar uma notícia de vez enquando para que as pessoas fiquem a par da situação, mas desse jeito assim, acompanhar as notícias sobre o caso como se fosse um Big Brother com mais emoção? Desnecessário. Os jornais ficam enchendo linguiça com casos polêmicos e de grande repercussão até ninguém aguentar mais ouvir falar no caso. Jornais andam me estressando. Porém, tem um jornal que eu gosto muito de assistir: o da band. É, o jornal da bad é bom, assistam, desliguem a novela da globo um pouco e vejam esse jornal. Beijocas meu caros leitores, se eu tiver leitores. haha.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Não era feriado.

O soldado é a criatura mais miserável, mais desrespeitada, mais renegada do exército. Sim, pobres soldados, mas é verdade...Enfim, isso é um soldado, a criatura que faz parte da lanterna da cadeia hierárquica do exército. Dia 25 de agosto é o dia do soldado, aí vem à mente a seguinte conclusão: "bom, deve ser um dia sem muita importancia, anda acontece, como um dia do professor". ERRADO! Pois é, errado. O mundo resolveu parar no dia do soldado. Okay, não o mundo, mas as intituições militares, como o colégio militar, a policlínica, etc. Isso nunca aconteceu antes, nada nunca havia parado por causa do dia do soldado. As coisas geralmente param no Brasil nos feriados nacionais, jogos da copa, carnaval e...só, acho que é só. O dia do soldado pegou muitos de surpresa, muitos como eu, muitos como meu querido amigo Matheus (sim, buddy, te citei. haha); que programamos nossos dias e acabamos por saber de última hora que era "feriado".
Conclusão: os soldados já não são mais tão insignificantes assim.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

A Conta de Telefone


Pois é... o dia da conta de telefone é um dos mais apreensivos do mês, principalmente quando se tem um celular de conta. Por um lado ótimo, não são necessárias recargas e coisa e tal, mas é também muito mais difícil controlar o que se gasta. Vi agora que uma ligação de 14 min e 18 seg custa 10 reais e 58 centavos. Pode parecer não tão caro, mas nossa, durante um mês, quantas ligações curtas você faz?Quantas? Fico me perguntando quando teremos que pagar para consumir oxigênio. Sim, pois é o único recurso que falta para a lista de taxas e pagamentos. Pagamos para consumir água, para falar, para ter moradia, para utilizar luz elétrica, até para pagar pagamos (sim, em certos lugares ainda é descontada uma taxa quando retiramos dinheiro de uma máquina de saque). Não quero com isso apoiar idéias somunistas ou qualquer coisa do gênero, mas quando paramos pra pensar vemos que é realmente isso, pagamos por absolutamente tudo. Podemos dividir a história humana em duas eras: A anterior e a posterior ao dinheiro. Repito, isso não é uma divulgação de idéias comunistas. O comunismos tenta, sem sucesso, negar as diferenças, as desigualdades, o lucro e o próprio dinheiro. Isso é burrice. É como tentar voltar no tempo, é como qurer que a escravidão volte a ser o sistema padrão de mão-de-obra ou que a internet seja extinta. Tal passo nunca poderá ser tomado. Bom, voltando à questão do telefone, descobri que perdi 82 reais e me sinto menos perto da riqueza. Triste sensação em um mundo capitalista.

BACK IN BLACK

Yes, voltei. Não pensava em voltar, tinha me desiludido com toda essa história de blog, pouca gente acessando, mas me influenciei por um amigo que voltou à ativa também e decidi aderir ao movimento. Bom, faz tempo que eu não posto nada, estou meio enferrujada, confesso. Tive uma idéia agora...vou fazer uma coisa um pouco diferente nessa nova fase da life. Trarei imagens. Sim sim, imagens. Meu posts serão sobre as imagens, mas não só sobre as imanges, claro, os posts serão...hmmm...amanhã eu penso nisso melhor, quando eu feel like. hehe. Por hoje é só, pessoal, mas eu voltei, mais esporadicamente nessa nova fase, mas voltei para os meus poucos leitores. AH, COMENTEM, FUCKERS! Sério, é importante para mim que quem leia comente, nem que seja para dizer que n gostou, mas comentem.