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domingo, 17 de julho de 2011

Ele conhece o gerente.

Chega o doutor Jorge no restaurante. A fila de espera contabiliza 50 minutos para cada pessoa. Doutor Jorge estaciona seu carro importado e segue para a entrada com a sua esposa com o corpo de 2 milhões de dólares. Ele olha brevemente para a recepcionista. "o Carlos está por aí?" "sim, senhor, o gerente está ali no caixa." O doutor mal dá um passo e Carlos logo se aproxima. "eaí, meu doutor! Precisando de uma mesa?" "Sim sim, 5 pessoas. " "Tudo bem, espera 5 minutos?" O gerente avisa rapidamente a recepcionista: "O doutors ali é o próximo."

...

Gosto de pensar que exite justiça. Não sei se existe, mas prefiro pensar que sim. O mundo anda cheio de "doutores"e filhos deles que passam a perna em quem espera 50 minutos por uma mesa. É engraçado como o dinheiro define o tempo de espera de uma pessoa no restaurante, no bar, na balada, em tudo. A riqueza é inversamente proporcional à espera. Quem não sabe esperar, sabe viver?

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Uma certa angústia



A pequena criatura fitava o tênue entardecer com os olhos já inundados por uma angustiante espera. Uma espera que o corroía e o amedrontava à medida que os segundos transformavam-se em minutos. As cores empalideciam-se, as sombras perdiam a forma e o sol baixava cada vez mais, até que o que se via era somente imagens escuras. Sabia que aquela floresta de sons e formas assombrosas era o seu destino, mas faiscava dentro de si a esperança de um caminho alternativo. Não, não havia qualquer outra alternativa.
Àquela altura do dia, qualquer ruído soava de maneira estrondosa e os gravetos caídos pelo chão relembravam-no disso a todo o instante. "Mais um pouco", mentia para si mesmo. "Somente mais uns poucos metros". Caminhava incessantemente, percorrendo cada centímetro sem esquecer do ruído infernal. Ah, aquele barulho ecoava, ressoava e permanecia deixando-o louco. O ser seguia seu caminho. O som não parava, tilintava em sua mente como pequenas agulhadas melódicas. A criatura sabia que aquilo seria a sua sina, mas prosseguia, não podia ficar onde estava. Permanecer ali seria um erro, devia caminhar e fazê-lo mais depressa. As árvores pareciam todas iguais em meio à escuridão mórbida que se fazia. O suor já lhe corria frio na lateral do pescoço. O ruído não para, não cessa, prossegue junto a ele, como se o seguisse. O suor evaporando já causava-lhe frio devido ao ar gélido daquela noite. "Mais um pouco, só mais um pouco", mentia novamente. Aquela brisa, antes gelada, tornava-se morna, cada vez mais morna e úmida. Sentiu-a próxima e definida. Sentiu-a próxima, definida e em seu pescoço. "Não, por favor não", pensava amedrontado. Sim, havia algo ali, certamente havia. "O que faço, será que devo me virar?", o medo já o consumia, a mistura de suor e frio o fazia ter calafrios. Àquela altura era difícil raciocinar direito: a angústia e o batimento cardíaco acelerado tiravam sua concentração. "Pode ser melhor prosseguir. Ou talvez seja melhor enfrentar o que quer que seja logo". As baforadas contínuas davam-no a sensação de que o tempo corria mais rápido e a espera o punha mais vulnerável. "Não há mais o que fazer, verei o que está aqui...", decidiu finalmente. 
Essa decisão poderia trazer um arrependimento profundo, ou um cândido alívio. Virou-se. De fato, não poderia existir arrependimento maior.

sábado, 6 de novembro de 2010

Ela tinha 6 anos.

O carpete no piso, as cores neutras da sala e a expressão calma e contemplativa da conselheira tutelar à sua frente: nada podia fazê-la sentir-se à vontade. A menina olhava fixa para a parte descascada da parede, sem querer encarar os olhos serenos de quem tentava ajudá-la. As escoriações e hematomas funcionavam como sinalizadores, lembretes do que estaria por vir caso contasse a verdade. Permanecia calada. Suas 6 primaveras não era suficientes para fazê-la entender a situação por completo. Sabia apenas uma coisa: mamãe e papai ficariam muito zangados se ela contasse...muito zangados mesmo...tão zangados que...

Essa poderia ser uma história real.





Obs.: Alusão à reportagem de ontem à noite do Jornal da Band sobre crianças vítimas de agressão...pelos próprios pais. Não quero colocar imagem nesse post, mas separei uma aqui

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O inconveniente

"Sim, sou eu, senhor, o inconveniente. Sei que o envergonho, sei que envergonho seu País, sei que sou a razão de muito mal. Porque sou uma massa de manobra? Por que tenho 10 filhos sem poder sustentar? Por que vendo o meu voto? Por que não tenho cultura, não leio, não vou estudar? Sei que meu Bolsa família, Bolsa escola, Bolsa tudo vêm do seu imposto e o senhor não anda nada contente com isso. Sei que meus filhos marginalizados causarão muita dor de cabeça ao senhor, preocupado com a segurança de seus filhos que, hora ou outra, têm que passar perto da favela onde moro, com medo de que seus Ipods e tênis caros sejam roubados, eu sei. Desculpe-me pelos transtornos, por não eleger quem trará maior lucratividade à sua empresa, por arrastar os índices de desenvolvimento do País para a lama, por fazer com que o senhor prefira morar na europa à companhia de pessoas mais civilizadas, por ter minha entrada em uma faculdade facilitada pelas cotas. Perdão, sei que sou o inconveniente."

O inconveniente não tem nome, é o povo. Ele sofre de males que "o senhor" sequer imagina. O senhor o repele, o nega, o pune, o insulta e o julga, sem entender que ele é, em maior parte, fruto de um meio árduo. Para que o inconveniente sofra uma transformação, é necessário ajudá-lo em três pilares básicos para que ele tenha uma vida digna e próspera: Educação (escolas e acesso à cultura); Saúde (tratamento eficaz e otimizado) e Qualidade de Vida (poder de compra, transportes de qualidade, saneamento, etc). Assim, senhor, entenda que mudar a vida do inconveniente para melhor, é fazer o mesmo com a sua.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Venting away: a arte de cuspir palavras.

Maybe it is just what it is. Perhaps there is no other meaning. I see something so vague, so far away, so deep and at the same time soo shallow, meaningless...I know for sure the mess I'm doing with the words right now, but I'm doing a mess because that's the way I am right now. Can't lie, no, no, no, no, can't lie anymore, don't know why. The transformation was so deep I don't know...it is difficult to say if the new was the old. The flamed lake just shows, yes, it shows. But what can it really shows? It doesn't matter. We are all changing at this very second, minute, hour, week, month, year... We are never the same. So, how can we trust? How can you trust somebody you won't reconize tomorrow? I don't know, you don't know, we don't know...just go, they will say to you. Just take it easy and go. I want to go. I want to go to somewhere new, to some place I've never been before, to a crowded city, to a huge park, to an amazing concert. I just want to go and be me, but who am I? I want to discover who am I. Nothing makes sense until I do that. One thing I idcovered for real, I can't spend too much time in the same place.

Never keep your head down

There was a little boy, just like me, just like you. He was crossing a crowded street. The amount of people was so unbearable, so hard to deal with, but the little boy needed to cross it. However, when he got there he realised his bag wasn't with him anymore.
The only thing in his mind was his mother yelling at him. His school supplies were really expensive for them. The boy started crying on the avenue, didn't know what to do. At this moment an old man lowered to get closer and asked what happened. The kid told him, inconsolable. The man sad "never keep your head down, my kid" and gave his back to the boy and walked away.
The child didn't understand the man, why did he do that? What did he mean? He looked high and  above a small windbreak was his bag with some extra money.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

As always

"I find it kind of funny, I find it kind of sad. The dreams in which I'm dying are the best I've ever had."
                                                                                 - Gary Jules, Mad World


Looking up all these memories,
I can see no glories,
The cloudy sky can't lie to me,
I have been rasing the stories,
They have been drying the tories.

Complaining about your bad luck,
The time is passing,
The words are messing,
We just can't do it, we just can't buck.

Clowns and tricks no more make me laughing,
They are now traping,
They are arresting, they are arresting me.

And it depends on no one, no one but...
But no surprising,
I am fading,
I am escaping.




sábado, 25 de setembro de 2010

A Sonnet





It's a marvelous place to go,


maybe perfect for a scape,


sweet like the sirens' voices,


untouchable to fade.




The amusement is lightening on her eyes,


covered by starry sky,


submerged in the warm summer breeze,


being melted, stirred leaves.




Rushless time, bitterless flavour,


whole feathered hall,


harmonized tangerine smell




An hour, a minute or a second?


no one knows nor says nor cares


suspended deep fresh air.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Me being boring and bad mouthing stuff.

Oi, folks! Nossa, eu estou realmente muito efetiva agora... bem, semana q vem é semana de provas então é bom eu estar mesmo nessa semana. hehe. Efetiva para os fantasmas q eu seeeei q acompanham o meu blog, okay, n sou louca, n escrevo para o nada -q. Ta, escrevo sim e eu estou ficando chata com essa história, parei.
Beeeem, let's speak in english to tell you today's story. Today I called a friend of mine and she was kind of angry with me because another friend told her that I did something she thought it was not nice to another friend of mine, that she didn't even know. First of all I felt bad, like when you are a kid and you say a bad word, and after that people look you with a angry face. After I thought : "what a hell...what a hell she has to do about it?" Why people have this necessity to judge others? I know what I did wasn't nice and I've already solved the situation, but I really hate when people start to behave like they were my mother. If you do not know, already have a mother, thanks. You know what, this situation really stressed me out on the weekend, but I had already apologized. That's why a prefer boy friends. They never do things like that. Girls are fucking idiots. So.... I was upset actually because girls are bad mouthing me now...In fact I care about it, but I have nothing more to do, fuck them, I will study now and be verry rich in the future and after that they will bad mouth me even more, but I will have my money to spend. hehe. Awesome plan, I'm fucking brilliant. XOXO

sábado, 28 de agosto de 2010

Novo conceito de reality show.


Eu estava lendo, aqui na internet mesmo,umas notícias no site bbc e me deparei com uma chamada mais ou menos assim: "Cinco dos chilenos presos na mina apresentam sinais de depressão" ou algo do tipo, mas essa era a idéia.
Algumas vezes eu tenho a impressão de que os transmissores de informação, vulgo mídia (n queria usar o termo mídia pra n ficar aquela coisa do tipo mega clichê, mas quando eu comecei a escrever o post vi que era impossível) acham que podem fazer uma espécie de "reality show" com algumas notícias. Esse foi o caso de Isabela Nardoni, do recente caso do goleiro Bruno e , agora, o caso dos chilenos que sobreviveram ao desabamento de parte da mina em que trabalhavam.
A matéria da bbc trata de uma análise feita por psicólogos de um vídeo feito pelos mineiros e enfatiza o fato de 5 deles estarem mais deslocados, comerem pouco, etc. Ok, o caso é interessante, é diferente, mas ninguém precisa saber de 5 em 5 min o que acontece naquela mina! O choque foi aquelas pessoas terem sobrevivido ao desabamento. Legal publicar nos jornais (e necessário também, claro), colocar uma notícia de vez enquando para que as pessoas fiquem a par da situação, mas desse jeito assim, acompanhar as notícias sobre o caso como se fosse um Big Brother com mais emoção? Desnecessário. Os jornais ficam enchendo linguiça com casos polêmicos e de grande repercussão até ninguém aguentar mais ouvir falar no caso. Jornais andam me estressando. Porém, tem um jornal que eu gosto muito de assistir: o da band. É, o jornal da bad é bom, assistam, desliguem a novela da globo um pouco e vejam esse jornal. Beijocas meu caros leitores, se eu tiver leitores. haha.

domingo, 17 de maio de 2009

Sentidos

Não sou quem eu sou,
sou o que penso ser
Não sou do meu tamanho,
sou do tamanho do meus sonhos
As decisões são minhas,
mas não tão minhas como os dedos que tenho na mão
Minha glória vem das cinzas,
e assim ressurge tudo o que um dia foi pó
A fraqueza e decadência do homem é negra como carvão,
a esperança, cada vez mais brilhante
A batalha perdida destrói a carne dos soldados,
mas a guerra vencida perpetua o triunfo pela eternidade
Minha memória incosciênte e seletiva esquece,
meu coração inconveniente, não pode

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Ciò che l'uomo può fare (what a man can do)





Hoje, enquanto pesquisava algumas obras do pintor, escultor e também poeta humanista Miguel Ângelo, mais conhecido por Michelangelo, me deparei com uma
sensação estranha...



Já tinha visto algumas das obras do artista(pela internet, infelizmente), mas de repente, ao ver em um site fotos tiradas de todos os ângulos da obra "A Pietà de Michelangelo" pude presenciar a perfeição extrêma. Como pode um ser humano ter feito aquilo? Como pode um ser humano de 23 anos ter feito aquilo?



Muitas pessoas certamente devem estar pensando que toda e qualquer escultura é basicamente a mesma coisa, mas ao olhar atentamente para a riqueza de detalhes, a forma como o arranjo é disposto, a interpretação da cena tida pelo escultor, o modo como ele representa o sentimento na pedra de mámore....TUDO!



Na minha opinião, além de ser uma bela obra de arte, a escultura nos lembra de algo muito importante e que em horas cruciais no falta: a confiança no que somos capazes de fazer. Por esse ponto de vista, se Michelangelo, um ser humano como qualquer um de nós, conseguiu fazer coisas maravilhosas com as próprias mãos, também podemos fazê-lo! Claro que o termo "coisas maravilhosas" não é necessariamente esculturas de mámore polidas com riqueza de detalhes inigualável, mas algo que nos dê satisfação, algo que represente alguma coisa para nós, ou simplesmente algo que desejamos muito realizar.



Há momentos em nossas vidas em que a insegurança e o medo falam mais alto. Esse medo incondicional de falhar acaba sendo mais um obstáculo a ser superado, principalmente quando se trata de algo importante para nós, algo que faz alguma diferença em nossas vidas. Muitas vezes ser forte não significa não demonstrar os sentimentos para o olheio, mas vencê-lo, pois de nada adianta fingir ser confiante se no íntimo dos pensamentos a dúvida e o nervosismo corroem a a lucidez.



Sempre há um montento de reflexão em que nos perguntamos se somos bons o bastante, se conseguiremos atingir o que é tão cobiçado por nossa alma incessantemente alimentada por sonhos e esperanças inabaláveis. Entretanto, nunca deixe que o seu sonho se vá, pois sem sonhos, o que seria da vida? Tente imaginar sua vida sem um objetivo, sem uma causa, sem um porquê...consegue imaginar? Bom, não sei se há pessoas que vivem apenas por viver, sem nada em mente para o futuro, seja ele próximo ou distante, mas eu não consigo viver sem algum objetivo a atingir. O que estou querendo dizer é que não podemos nos deixar derrotar pelos truquer da vida, pois eles nada mais são que pequenos espinhos que temos que tirar para seguir nosso passo em busca dos nosso objetivos.



O valor de uma conquista equivale ao esforço emitido para seu alcance

domingo, 19 de abril de 2009

Escolhas

Noooossa, enfim um feriado, tempo pra descansar, dar um tempo, ou fazer mais coisas interessantes do que normalmente.
Feriado, para mim, era sinônimo de descanso, até eu me dar conte de que eu acabo querendo fazer tanta coisa nesse espaço de tempo livre raramente existente, que eu acabo fazendo mais coisas do que deveria para ter aquele tão almejado descanso.
Hoje eu simplesmente me conformo com o fato de que mesmo eu cancelando tudo para ter descanso, não é esse o objetivo...Parece que quanto mais eu fujo de compromissos tantando delimitá-los ao máximo, mais deles aparecem...o problema é escolher qual é mais importante, escolher entre a responsabilidade e o lazer, escolher entre algo "necessário", que eu fiz necessário, e algo sem necessidade, mas prazeroso.... O problema é que o algo prazeroso também é necessário, mas não é possível fazer tudo por completo, com 100% da capacidade. O dom de fazer a escolha certa devia ser um dom de todos, mas não é. Fazer a escolha certa delimita nossas ações, mantendo-nos presos à uma idéia de responsabilidade vaga, que nos mantêm sempre alertas, confusos nas encruzilhadas em que nos metemos, tentando nos apontar a direção.
Escolher é viver

sábado, 11 de abril de 2009

Once upon a time

Once upon a time, a whole world without walls. This world was like we felt like, was like we always dreamed about. It was a place that we could think about as a refuge of minds, a place that we were free to think whatever we wanted.
In that world, nobody had told us how to act, think or be, we are just...FREE. That freedom we never had seen again, because it was complete, it was freedom in all the possible meanings of the world. Nowadays, before the law, all human being are free, but we still with our minds stuck in a concept of right or wrong that someone that we even know created. So how can we say that we are free if inside of us we have locks? It's about time we think by ourself and learn that we can't be what people want, we just can be what we really are.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Sexta-feira Santa

Hoje,como todo mundo sabe, é sexta-feira santa, dia de relembrar o sacrifício de Jesus por seus fiéis. Hoje vimos pessoas colhendo macela de madruga, fazendo passeatas, caminhando quilômetros de pés descalços, levando cruzes de 50 quilos, se autoflagelando enquanto caminham quilômetros de pés descalços e sendo crucificadas.
Durante esse dia eu costumo pensar: "Ainda bem que depois vem
a páscoa!"

Banksy---> o poeta das ruas de Londres




Ainda não muito conhecido no Brasil, Banksy pinta as ruas de Londres. O "grafiteiro", se é que pode ser chamado assim, desenha nos muros da cidade o que há de mais crítico na sociedade. Todos os desenhos desse artista tem um fundamento, uma mensagem subliminar, hora sutil, hora não.
Banksy tornou-se até mesmo uma lenda urbana, o misterioso cidadão que faz críticas por meio de desenhos sempre assinados por Banksy. Curioso, não? Alguém que pensa e espressa sua opinião se esconde através de uma falsa identidade, enquanto pessoas corruptas e sem senso crítico assumem o controle do mundo atual.
As obras de Banksy mostram contraste e até humor, mas são amplas no sentido de que podem ser interpretadas de diferentes maneiras, cabe a cada um olhar e perceber na sutileza dos detalhes a realidade gritante... Dê uma olhadinha: http://www.banksy.co.uk/menu.html

quinta-feira, 9 de abril de 2009

A locadora

Em muitos feirados, muitos finais de semana, muitos dias em que não há o que fazer, as pessoas costumam pegar um filminho na locadora, ou ir no cinema. Hoje de tarde, fui na locadora pegar um filme e me deparei com a seguinte questão: "o que esperamos de um filme?"
Em algumas situações esperamos rir, outras chorar, sentir medo, sentir paz, sentir o que nos falta no momento ou o que temos de sobra. Podemos sentir o que quisermos ao assisti-lo, mas o que é fundamental é que ele nos faça refletir.
O bom filme não é aquele em que mostra a sua real intenção para com o povo de maneira escrachada, mas aquele que nos mostra no seu íntimo a que veio. O bom filme é aquele em que podemos utilizar nas nossas quetões cotidianas.
Não perca mais tempo, loque um filme. A minha dica para rir, que nunca é demais, é "Mamma Mia"